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Proposta de lei n.º 10

PCP quer travar patrões de cortar direitos via negociação

Partido Comunista Português
PCP
·Paulo Raimundo·Paula Santos·Alfredo Maia
??%boa ideia
??%má ideia
??%tanto faz
??

votos

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O PCP quer repor uma regra que existiu até 2003: os patrões não podem negociar com os sindicatos condições piores do que a lei já garante. Parece óbvio, mas desde 2003 isto deixou de ser assim.

🍺 Qual é o problema?

  • ›Até 2003, a lei laboral portuguesa funcionava como um chão: os contratos coletivos só podiam dar mais direitos aos trabalhadores, nunca menos.
  • ›A reforma de 2003 (PSD/CDS) virou isto do avesso — passou a ser possível negociar para baixo.
  • ›Desde então, houve casos de convenções coletivas que cortaram feriados, reduziram pausas e baixaram o pagamento de horas extra.

📋 O que muda?

  • ›As normas laborais passam a funcionar como mínimos obrigatórios — nenhum contrato coletivo pode dar menos
  • ›Convenções coletivas continuam a poder dar mais do que a lei, mas nunca menos
  • ›Contratos individuais só podem melhorar o que a convenção coletiva já garante
  • ›Acaba-se com a possibilidade de os patrões usarem a negociação para chantagear trabalhadores com ameaças de despedimento

💥 E eu com isso?

  • ›Se o teu patrão te diz "ou aceitas trabalhar feriados sem compensação extra ou a empresa fecha", é desta chantagem que se trata.
  • ›Sem o princípio do tratamento mais favorável, a lei permite que os teus direitos sejam negociados para baixo.
  • ›E quem tem menos poder de negociação — trabalhadores precários, setor têxtil, restauração — é quem mais sofre.
👍

A favor

  • 1A proposta Trabalho XXI do Governo facilita ainda mais a caducidade das convenções coletivas, retirando os travões da lei de 2023 — o que agrava o problema que o PCP quer resolver Público
  • 2A CGTP e a UGT convergem neste ponto: as centrais sindicais exigem proteção contra a erosão de direitos por via negocial Público
  • 3Casos concretos no setor têxtil e na hospitalização privada mostram que há patrões a usar a negociação para cortar pausas, subsídios aos filhos e pagamento de trabalho extra Observador

O que se passou até agora

Saiu na folha oficial

8 de julho de 2025

Baixa comissão distribuição inicial generalidade

2 de julho de 2025

Anunciaram-na no plenário

17 de junho de 2025

O presidente aceitou para discussão

12 de junho de 2025

Chegou à mesa

6 de junho de 2025

Saiu na folha oficial

6 de junho de 2025

Na comunicação social

Fontes citadas nos argumentos a favor e contra

👎

Contra

  • 1Os empregadores argumentam que regras rígidas impedem adaptar as condições de trabalho à realidade de cada setor — o que pode custar empregos em vez de os proteger ECO
  • 2Portugal tem uma das taxas de cobertura de contratação coletiva mais baixas da Europa — o problema pode não ser a lei mas a falta de sindicatos fortes ECO
  • 3A lei de 2023 já tentou equilibrar as coisas com novos travões à caducidade — repor o princípio na íntegra pode ser excessivo e desincentivar a negociação RTP

Público

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Observador

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ECO

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