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O CDS quer que o Governo aperte o cerco às lojas que parecem comércios normais mas são na verdade plataformas de redes de imigração ilegal — servem para fabricar contratos de trabalho falsos e meter pessoas no país.
🍺 Qual é o problema?
Votação oficial
Saiu no Diário da República
7 de maio de 2026
Mandaram publicar
5 de maio de 2026
Publicada no Diário da Assembleia
5 de maio de 2026
Foram limpar o texto
27 de abril de 2026
Votação final em plenário
17 de abril de 2026
Votaram no plenário
9 de janeiro de 2026
Apreciação parlamentar
9 de janeiro de 2026
📋 O que muda?
💥 E eu com isso?
A favor
Contra
Enviada para análise detalhada
9 de janeiro de 2026
Foi para a comissão discutir
2 de julho de 2025
Anunciaram-na no plenário
18 de junho de 2025
Resolução
Recomenda ao Governo que reforce as medidas para o encerramento das empresas e lojas de fachada
Resolução da Assembleia da República
Recomenda ao Governo que reforce as medidas para o encerramento das empresas e lojas de fachada
Fontes citadas nos argumentos a favor e contra
A operação Caravela de 2026 confirmou a existência de redes que usam empresas fictícias para trazer imigrantes ilegais que acabam explorados
Observador · observador.pt
A UACS denunciou o fenómeno já em 2016 — na Rua da Prata, cerca de 40 lojas eram propriedade de imigrantes do Bangladesh, muitas como fachada
Observador · observador.pt
O Presidente da Câmara do Porto já mapeou "lojas de fachada" com pouca ou nenhuma atividade real
Público · publico.pt
O problema é de fiscalização, não de legislação — já existem leis contra contratos falsos e auxílio à imigração ilegal
Observador · observador.pt
A proposta mistura imigração com comércio de forma que pode alimentar xenofobia — nem toda a loja de souvenirs é uma frente criminosa
Parlamento · parlamento.pt
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