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Proposta n.º 59

PAN: Estado deve voltar a pagar parte das vacinas antialérgicas

Pessoas-Animais-Natureza
PAN
·Inês de Sousa Real
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??%tanto faz
??

votos

7D1MTudo
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O PAN (Pessoas-Animais-Natureza) quer que o Estado volte a comparticipar as "vacinas antialérgicas" (imunoterapia com alergénios) — o único tratamento que realmente muda a doença, e que deixou de ser comparticipado em 2011 durante a troika.

🍺 Qual é o problema?

  • ›As alergias afetam 30 a 40% da população mundial e a tendência é para piorar — estima-se que em 2050 metade dos europeus tenham algum tipo de alergia.
  • ›A imunoterapia com alergénios (a tal "vacina antialérgica") é o único tratamento que ataca a causa da alergia em vez de só tratar os sintomas.
  • ›Em Portugal, este tratamento era comparticipado a 50% desde 1981, mas em 2011 a troika cortou — e nunca mais voltou.

📋 O que muda?

  • ›O Estado repõe a comparticipação das vacinas antialérgicas no regime do SNS (hospitais e centros de saúde públicos)
  • ›Os doentes elegíveis passam a pagar menos pelo tratamento — em vez de 200 a 400 euros por ano do próprio bolso
  • ›A comparticipação aplica-se a todos os doentes com prescrição de especialista em imunoalergologia

💥 E eu com isso?

  • ›Se tens alergias graves e não és funcionário público (que tem a ADSE, subsistema que comparticipa a 50%), tens de pagar a vacina toda do bolso — 200 a 400 euros por ano, durante 3 a 5 anos.
  • ›Sem vacina, a rinite pode evoluir para asma — e aí o custo para ti e para o Estado triplica, para mais de 900 euros por ano.
  • ›Mais de 11 mil pessoas assinaram uma petição ao parlamento a pedir a reposição — não é birra, é uma questão de acesso à saúde.
👍

A favor

  • 1A petição ao parlamento com mais de 11 mil assinaturas mostra que o problema afeta muita gente — a Sociedade de Alergologia pede a reposição há anos RTP
  • 2Portugal é dos poucos países europeus que não comparticipam este tratamento — na maioria paga-se pouco ou nada Observador
  • 3A comparticipação existia desde 1981 e foi cortada em 2011 por causa da troika — a crise acabou mas o corte ficou Observador

Votação no parlamento

O que se passou até agora

Saiu no Diário da República

27 de janeiro de 2026

Mandaram publicar

22 de janeiro de 2026

Publicada no Diário da Assembleia

22 de janeiro de 2026

Foram limpar o texto

8 de janeiro de 2026

Votação final em plenário

19 de dezembro de 2025

Enviada para análise detalhada

27 de junho de 2025

Votaram no plenário

27 de junho de 2025

👎

Contra

  • 1O Orçamento para 2026 só aprovou a "avaliação" da comparticipação, não a comparticipação em si — o que sugere que o impacto orçamental precisa de ser estudado Observador
  • 2A proposta não define quanto custaria ao Estado nem que percentagem seria comparticipada — sem números, é difícil avaliar Público
  • 3Quem tem ADSE (subsistema dos funcionários públicos) já recebe 50% — a prioridade deveria ser alargar o acesso a quem tem menos recursos, não a todos Observador

Anunciaram-na no plenário

26 de junho de 2025

Apreciação parlamentar

26 de junho de 2025

O presidente aceitou para discussão

25 de junho de 2025

Na comunicação social

Fontes citadas nos argumentos a favor e contra

RTP

rtp.pt

↗

Observador

observador.pt

↗

Observador

observador.pt

↗

Público

publico.pt

↗

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