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Proposta n.º 68

PS: estudo para comparticipação da doença da pele de borboleta

Partido Socialista
PS
·Irene Costa·Susana Correia·Mariana Vieira da Silva·Jorge Botelho·Elza Pais+1
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O PS quer que o Governo faça um estudo em 180 dias para ver se é possível incluir a epidermólise bolhosa (a "doença da pele de borboleta") no regime especial de comparticipação — para que os doentes deixem de gastar até 500 euros por semana.

🍺 Qual é o problema?

  • ›A epidermólise bolhosa é uma doença rara que afeta cerca de 185 pessoas em Portugal — a pele é tão frágil que qualquer toque pode causar bolhas e feridas abertas.
  • ›Não tem cura e o tratamento diário inclui pensos especiais, cremes antibacterianos, cicatrizantes e, nos casos mais graves, alimentação por tubo porque as feridas também aparecem na boca e no esófago.
  • ›O custo pode chegar a 500 euros por semana e nada é comparticipado pelo Estado.

📋 O que muda?

  • ›O Governo encomenda um estudo de viabilidade técnica e financeira em 180 dias
  • ›O estudo avalia os custos com medicação e dispositivos médicos, o impacto para o SNS e as condições de financiamento
  • ›Se o estudo for favorável, a doença pode ser incluída no Regime Especial de Comparticipação — passando os doentes a pagar menos ou nada
  • ›O objetivo é avaliar antes de decidir — ao contrário de aprovar já a comparticipação sem saber quanto custa
👍

A favor

  • 1O Ministério da Saúde confirmou em resposta à Comissão de Saúde que há "interesse público" em avaliar a comparticipação — é o próprio Governo a reconhecer o problema JN
  • 2Uma petição com 10.505 assinaturas, liderada por pais de crianças doentes, pediu ao parlamento que agisse — a pressão social é real JN
  • 3Já existe enquadramento legal para regimes especiais de comparticipação por doença — o mecanismo está criado, só falta aplicá-lo a esta JN

Votação no parlamento

O que se passou até agora

Saiu no Diário da República

27 de janeiro de 2026

Mandaram publicar

22 de janeiro de 2026

Publicada no Diário da Assembleia

22 de janeiro de 2026

Foram limpar o texto

8 de janeiro de 2026

Votação final em plenário

19 de dezembro de 2025

Enviada para análise detalhada

27 de junho de 2025

Votaram no plenário

27 de junho de 2025

💥 E eu com isso?

  • ›Se o teu filho tem esta doença, gastas até 2.000 euros por mês em pensos e cremes que o Estado não comparticipa — e muitos pais deixam o emprego para cuidar da criança.
  • ›São 185 pessoas em Portugal — o custo para o SNS seria mínimo comparado com o sofrimento destas famílias.
  • ›O Ministério da Saúde já reconheceu que há "interesse público" em avaliar a comparticipação — falta fazê-lo.
👎

Contra

  • 1A proposta é apenas um estudo — não garante que a comparticipação venha a existir, pode ser mais uma gaveta Público
  • 2Há dezenas de doenças raras em Portugal sem comparticipação — o estudo pode ser lento e criar expectativas que não se concretizam Observador
  • 3O prazo de 180 dias é ambicioso para um estudo que tem de mapear doentes, custos e modelos de financiamento — pode arrastar-se JN

Anunciaram-na no plenário

26 de junho de 2025

Apreciação parlamentar

26 de junho de 2025

O presidente aceitou para discussão

25 de junho de 2025

Na comunicação social

Fontes citadas nos argumentos a favor e contra

JN

jn.pt

↗

JN

jn.pt

↗

Público

publico.pt

↗

Observador

observador.pt

↗

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