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Proposta de lei n.º 88

Chega quer mais apoios a grávidas para reduzir abortos

Chega
CH
·Pedro Pinto·Rui Cristina·Patrícia Nascimento·Marta Martins da Silva·Cristina Vieira Henriques+3
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votos

7D1MTudo
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O Chega propõe um pacote para que nenhuma mulher aborte por falta de apoio: abono pré-natal desde a conceção, ecografia obrigatória antes da IVG, lista de IPSS entregue nas consultas, isenções fiscais para quem contratar grávidas e criminalização da coação ao aborto.

🍺 Qual é o problema?

  • ›Em 2023 houve 17.124 interrupções da gravidez em Portugal — 96,7% por opção da mulher.
  • ›Destes casos, 57% das mulheres não viviam com companheiro e 33% eram estrangeiras.
  • ›Desde 2007, estima-se mais de 160 mil abortos.
  • ›O Chega argumenta que muitas mulheres abortam por falta de alternativas e não por escolha livre.
  • ›Quase 1.400 grávidas foram dispensadas pelas empresas em 2022.

📋 O que muda?

  • ›Abono pré-natal pago desde a conceção (não desde o 2.º trimestre) e retroactivo
  • ›Informação obrigatória sobre apoios do Estado e lista de IPSS/Centros de Apoio à Vida antes da IVG
  • ›Possibilidade de ouvir batimento cardíaco do feto antes de decidir
👍

A favor

  • 157% das mulheres que abortaram não viviam com companheiro e 33% eram estrangeiras — a falta de rede de apoio é um fator real na decisão Público
  • 2Quase 1.400 grávidas foram dispensadas pelas empresas em 2022 — proteger o emprego de grávidas é essencial Observador
  • 3O abono pré-natal desde a conceção é uma medida concreta que ajuda financeiramente famílias vulneráveis Público

Votação no parlamento

O que se passou até agora

Discussão generalidade

11 de julho de 2025

Votaram no plenário

11 de julho de 2025

Baixa comissão distribuição inicial generalidade

9 de julho de 2025

Anunciaram-na no plenário

9 de julho de 2025

O presidente aceitou para discussão

9 de julho de 2025

Chegou à mesa

4 de julho de 2025

Saiu na folha oficial

4 de julho de 2025

Na comunicação social

›
Criminalização da coação ao aborto — até 3 anos de prisão, incluindo pressão sobre médicos objetores
  • ›Isenção de contribuições patronais para quem contratar grávidas ou mulheres com filhos até 3 anos
  • ›20 dias de faltas justificadas por perda gestacional
  • ›Comissão Nacional de Promoção do Direito a Nascer junto do PM
  • ›Devolução do abono se houver IVG voluntária
  • 💥 E eu com isso?

    • ›Se estás grávida e sem apoio — sem companheiro, sem emprego estável, sem rede familiar —, a IVG pode parecer a única opção.
    • ›Esta proposta quer garantir que tens alternativas reais.
    • ›Mas mistura apoio legítimo com medidas que muitos veem como pressão para não abortar — como ouvir o batimento cardíaco antes de decidir.
    👎

    Contra

    • 1Obrigar a ouvir o batimento cardíaco é uma tática de culpabilização usada nos EUA para pressionar mulheres — não é informação, é manipulação emocional DN
    • 2Devolver o abono pré-natal em caso de IVG é punir financeiramente uma decisão legal — contraria o espírito do referendo de 2007 Observador
    • 3A "Comissão Nacional do Direito a Nascer" junto do PM é um instrumento político anti-aborto disfarçado de política de natalidade RTP

    Fontes citadas nos argumentos a favor e contra

    Público

    publico.pt

    ↗

    Observador

    observador.pt

    ↗

    Público

    publico.pt

    ↗

    DN

    dn.pt

    ↗

    Observador

    observador.pt

    ↗

    RTP

    rtp.pt

    ↗

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