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O PAN olha para a lei dos direitos no parto aprovada em março e diz: "foi bom, mas ficou curta" — e quer meter lá dentro coisas que ficaram de fora, como proibir explicitamente a manobra de Kristeller e incluir violência psicológica no conceito.
🍺 Qual é o problema?
Votação oficial
Discussão generalidade
11 de julho de 2025
Votaram no plenário
11 de julho de 2025
Baixa comissão distribuição inicial generalidade
9 de julho de 2025
Anunciaram-na no plenário
9 de julho de 2025
O presidente aceitou para discussão
9 de julho de 2025
Chegou à mesa
4 de julho de 2025
Saiu na folha oficial
4 de julho de 2025
📋 O que muda?
💥 E eu com isso?
A favor
Contra
Fontes citadas nos argumentos a favor e contra
Portugal tem uma taxa de episiotomias de 40,7%, o dobro da média europeia — é preciso travar esta prática de rotina
Público · publico.pt
A lei de março foi um avanço mas ficou aquém — o PSD já quer retirar o conceito de violência obstétrica, e alargar a lei agora blinda-a contra retrocessos
Público · publico.pt
A inclusão da violência psicológica responde a queixas reais — humilhações verbais e chantagem emocional são das formas mais relatadas de abuso no parto
Observador · observador.pt
A Ordem dos Médicos pediu a revogação da lei de março — considera que criminalizar práticas clínicas pode afastar profissionais da obstetrícia num momento de falta de médicos
Observador · observador.pt
Alargar o conceito de violência obstétrica pode criar insegurança jurídica para médicos que precisam de agir rápido em emergências — nem tudo é preto e branco numa sala de partos
DN · dn.pt
A lei de março ainda nem foi regulamentada e já se quer alterar — primeiro que funcione o que já existe, depois alarga-se
Público · publico.pt
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