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Basicamente, o PAN está a dizer: "nos hospitais públicos, o pai (ou outra mãe) só pode estar com o bebé e com a mulher à hora das visitas — e à noite tem de ir embora. Nos privados ficam sempre. Acabem com esta injustiça."
🍺 Qual é o problema?
Votação oficial
Discussão generalidade
11 de julho de 2025
Votaram no plenário
11 de julho de 2025
Baixa comissão distribuição inicial generalidade
9 de julho de 2025
Anunciaram-na no plenário
9 de julho de 2025
O presidente aceitou para discussão
9 de julho de 2025
Chegou à mesa
4 de julho de 2025
Saiu na folha oficial
4 de julho de 2025
📋 O que muda?
💥 E eu com isso?
A favor
Contra
Fontes citadas nos argumentos a favor e contra
A lei atual já prevê acompanhamento da grávida durante o parto, mas deixa o período seguinte — o tal puerpério — numa zona cinzenta que os hospitais interpretam à sua maneira
ERS · ers.pt
A Associação Portuguesa pelos Direitos da Mulher na Gravidez e Parto tem denunciado à ONU violações dos direitos das mulheres em hospitais portugueses — não é um capricho do PAN
Associação Gravidez e Parto · associacaogravidezeparto.pt
Obrigar o pai a sair do hospital à noite perpetua a ideia de que cuidar do bebé recém-nascido é trabalho só da mãe — vai contra a lei da igualdade parental
Provedor de Justiça · provedor-jus.pt
Hospitais públicos muitas vezes não têm espaço físico para mais uma pessoa nos quartos — as maternidades estão cheias e meter outra pessoa implica obras e investimento
SNS · sns.gov.pt
A lei que trata destes direitos já foi mexida em 2019 — outra alteração tão depressa pode gerar confusão nos hospitais sobre qual versão aplicar
Diário da República · files.diariodarepublica.pt
A proposta não diz quem paga pelas alterações necessárias nos hospitais (mais camas, mais segurança, mais higiene) — é mais uma conta para o SNS sem guito associado
Lei 15/2014 · pgdlisboa.pt
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