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Proposta n.º 161

BE pede regulamentação urgente da lei do parto

Bloco de Esquerda
BE
·Mariana Mortágua
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votos

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O Bloco diz ao Governo: "a lei dos direitos no parto já foi aprovada, agora toca a pôr a funcionar" — e pede que a Comissão Multidisciplinar para os Direitos na Gravidez e Parto seja instalada o mais rápido possível.

🍺 Qual é o problema?

  • ›A Lei 33/2025, aprovada por proposta do BE, foi um marco: criou pela primeira vez o conceito de violência obstétrica em Portugal, proibiu episiotomias de rotina e criou uma comissão para monitorizar os direitos no parto.
  • ›Problema? A lei existe no papel mas faltam os regulamentos para a pôr a funcionar.

📋 O que muda?

  • ›O Governo regulamenta a Lei 33/2025 dentro do prazo legal
  • ›A Comissão Multidisciplinar para os Direitos na Gravidez e Parto é instalada — com presidência nomeada pelo Governo, profissionais de saúde e representantes das utentes
  • ›Todos os mecanismos previstos na lei começam a produzir efeitos no início de 2026

💥 E eu com isso?

  • ›Uma lei sem regulamentação é letra morta.
  • ›Se estás grávida, os teus direitos no papel não te protegem na sala de partos.
  • ›A comissão que devia monitorizar abusos, fazer campanhas de informação e produzir relatórios ainda não existe — e sem ela, ninguém sabe se os hospitais estão a cumprir a lei ou não.
👍

A favor

  • 1A lei foi aprovada em março de 2025 e inclui avanços importantes como a proibição de episiotomias de rotina — mas sem regulamentação fica no papel Público
  • 2A OMS alertou em 2014 para os abusos no parto e a resolução do Conselho da Europa de 2019 exortou os países a agir — Portugal aprovou a lei mas agora tem de a cumprir Público
  • 3O PSD já tentou retirar o conceito de violência obstétrica — instalar a comissão rapidamente protege a lei contra tentativas de esvaziamento Observador

Votação no parlamento

O que se passou até agora

Apreciação parlamentar

11 de julho de 2025

Votaram no plenário

11 de julho de 2025

O presidente aceitou para discussão

9 de julho de 2025

Anunciaram-na no plenário

9 de julho de 2025

Chegou à mesa

4 de julho de 2025

Saiu na folha oficial

4 de julho de 2025

Na comunicação social

Fontes citadas nos argumentos a favor e contra

👎

Contra

  • 1A Ordem dos Médicos considera a lei mal feita e pediu a sua revogação — regulamentar sem resolver as preocupações dos profissionais pode piorar as coisas Observador
  • 2O SNS está em crise de profissionais nos serviços obstétricos — criar mais obrigações sem resolver a falta de médicos pode ter efeitos perversos Público
  • 3Regulamentar agora enquanto há propostas de alteração no parlamento pode criar um quadro legal instável — melhor esperar pela versão final Público

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