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Proposta de lei n.º 145

Militares querem direitos sindicais: Europa deu-lhes razão

Partido Comunista Português
PCP
·Paulo Raimundo·Paula Santos·Alfredo Maia
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O PCP quer que os militares das Forças Armadas possam negociar salários e condições como qualquer trabalhador — porque o Comité Europeu já disse que Portugal viola a Carta Social ao negar-lhes esse direito.

🍺 Qual é o problema?

  • ›Em Portugal, os militares podem ter associações profissionais mas não podem negociar coletivamente nem ir a tribunal defender os seus interesses.
  • ›Em março de 2025, o Comité Europeu dos Direitos Sociais deu razão às associações e disse que Portugal viola a Carta Social Europeia.
  • ›Na Dinamarca, Holanda e Bélgica, os militares já têm estes direitos.

📋 O que muda?

  • ›Dar às associações militares poder real de negociação sobre salários, carreiras e condições — não apenas "serem ouvidas"
  • ›Permitir que representem os militares em tribunal em questões laborais
  • ›Proteger os dirigentes associativos de represálias disciplinares por defenderem os associados
  • ›Alinhar Portugal com os países europeus onde os militares já têm estes direitos

💥 E eu com isso?

  • ›Os militares defendem o país, mas quando se trata de defender os próprios direitos, são tratados como cidadãos de segunda.
  • ›Não podem negociar salários, não podem ir a tribunal, e quem tenta falar é perseguido disciplinarmente.
  • ›Enquanto isso, nos restantes países da Europa, os militares negociam como qualquer profissional.
👍

A favor

  • 1O Comité Europeu dos Direitos Sociais concluiu que Portugal viola a Carta Social Europeia ao negar direitos sindicais aos militares Observador
  • 2Na Irlanda, militares são membros da confederação sindical nacional mas sem direito a greve — é possível equilibrar direitos e disciplina DN
  • 3As associações militares (AOFA, ANS, AP) há anos que pedem negociação coletiva e representação judicial — não é radicalismo, é o básico RTP

Votação no parlamento

O que se passou até agora

Anunciaram-na no plenário

10 de setembro de 2025

Saiu na folha oficial

5 de setembro de 2025

O presidente aceitou para discussão

27 de agosto de 2025

Baixa comissão distribuição inicial generalidade

27 de agosto de 2025

Chegou à mesa

25 de julho de 2025

Na comunicação social

Fontes citadas nos argumentos a favor e contra

👎

Contra

  • 1A Constituição diz que as Forças Armadas são "rigorosamente apartidárias" — sindicalizar militares pode politizar a instituição Público
  • 2A maioria dos partidos votou contra propostas semelhantes no passado — não há apoio parlamentar para avançar Parlamento
  • 3Dar poder de negociação salarial pode criar pressão para aumentos que comprometem o orçamento da Defesa — já pressionado pelo compromisso NATO de 2% do PIB Público

Observador

observador.pt

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DN

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RTP

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Público

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Parlamento

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Público

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