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Proposta n.º 214

Provedor do Animal: PAN quer dedicação exclusiva e contas públicas

Pessoas-Animais-Natureza
PAN
·Inês de Sousa Real
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O PAN quer que o Provedor do Animal (o responsável por defender o bem-estar dos bichos em Portugal) trabalhe a tempo inteiro e só nisso — porque neste momento pode acumular outros empregos, o que levanta dúvidas sobre se realmente está dedicado ao cargo.

🍺 Qual é o problema?

  • ›O Provedor do Animal foi criado em 2021 para ser o "advogado" dos animais junto do Estado — mediando queixas, acompanhando políticas e sensibilizando a população.
  • ›Passados mais de 4 anos, descobriu-se uma falha: nada impede o Provedor de ter outro emprego ao lado, o que pode criar conflitos de interesse.
  • ›Outros cargos semelhantes, como o Provedor de Justiça, já exigem dedicação exclusiva — este é a exceção.

📋 O que muda?

  • ›O Provedor do Animal passa a trabalhar em regime de exclusividade — sem acumular outros empregos públicos ou privados
  • ›Tem de publicar uma declaração de interesses e de rendimentos, como fazem os políticos
  • ›Passa a apresentar um relatório anual obrigatório ao Parlamento, com dados sobre queixas recebidas e recomendações feitas
  • ›Reforça os mecanismos de transparência: orçamento, atividades e resultados ficam públicos

💥 E eu com isso?

  • ›Se tens um cão que foi maltratado e fazes queixa ao Provedor do Animal, queres que ele esteja a trabalhar nisso a sério — não a fazer biscates ao lado.
  • ›A falta de exclusividade mina a confiança num cargo que é suposto proteger milhões de animais em Portugal.
  • ›Mais transparência significa que podemos ver se o Provedor está mesmo a fazer o seu trabalho ou se é um cargo para inglês ver.
👍

A favor

  • 1O Provedor de Justiça já funciona em exclusividade — não faz sentido que o Provedor do Animal tenha regras mais laxas para um cargo com missão semelhante Público
  • 2Portugal tem mais de 3 milhões de animais de companhia registados e a figura do Provedor foi criada para responder a essa escala — precisa de funcionar a sério ECO
  • 3A ausência de relatórios públicos impede os cidadãos de saber se o dinheiro público gasto com este cargo está a dar resultados Observador

Votação no parlamento

O que se passou até agora

Votaram em plenário

13 de fevereiro de 2026

Anunciaram-na no plenário

10 de setembro de 2025

O presidente aceitou para discussão

27 de agosto de 2025

Foi para a comissão discutir

27 de agosto de 2025

Chegou à mesa

29 de julho de 2025

Na comunicação social

Fontes citadas nos argumentos a favor e contra

👎

Contra

  • 1O cargo de Provedor do Animal já existe e funciona — exigir exclusividade pode afastar candidatos qualificados que não queiram largar tudo por uma posição com remuneração incerta Público
  • 2Mais burocracia e relatórios não garantem automaticamente melhor proteção animal — o que falta são meios e orçamento, não papéis Observador
  • 3A ANMP (associação dos municípios) já se opôs à criação deste cargo — reforçá-lo pode não ter apoio político suficiente Observador

Público

publico.pt

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ECO

eco.sapo.pt

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Observador

observador.pt

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