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Proposta de lei n.º 149

Livre quer que trabalhadores do SNS elejam chefes dos hospitais

Livre
L
·Isabel Mendes Lopes·Filipa Pinto·Jorge Pinto·Patrícia Gonçalves·Paulo Muacho+1
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votos

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O Livre quer acabar com as nomeações políticas nas ULS (Unidades Locais de Saúde, os hospitais e centros de saúde agrupados por região) — em vez de o Governo escolher quem manda, seriam os trabalhadores a votar no presidente.

🍺 Qual é o problema?

  • ›O Governo anterior demitiu 13 administrações de ULS em menos de um ano — cerca de um terço do total do país — muitas vezes para usar como bodes expiatórios quando as urgências fechavam.
  • ›Em dezembro de 2025, mais 10 administrações terminaram mandato e o Governo escolheu substitutos com ligações partidárias — como um militante do PSD para a ULS de São José, em Lisboa.
  • ›Autarcas, médicos e profissionais de saúde protestaram contra estas substituições, que instalam instabilidade e afastam gestores competentes.

📋 O que muda?

  • ›A CReSAP (a comissão que recruta gestores públicos) seleciona 3 candidatos finalistas com base no currículo e competência
  • ›Os trabalhadores da ULS — médicos, enfermeiros, auxiliares, todos — votam para escolher o presidente de entre os 3 finalistas
  • ›O presidente eleito escolhe a sua equipa: até 2 diretores clínicos e 1 enfermeiro-diretor
  • ›Antes de demitir uma administração, o conselho consultivo (que inclui representantes da comunidade) tem de ser ouvido
👍

A favor

  • 1Só em 2025, o Governo demitiu ou não reconduziu administrações em mais de um terço das ULS, criando instabilidade crónica no SNS (hospitais públicos) Público
  • 2A nomeação de um militante do PSD para a ULS de São José levantou acusações de amiguismo político — a Ordem dos Médicos pediu critérios de competência, não de filiação partidária Observador
  • 3Autarcas de Coimbra e Leiria contestaram a substituição do presidente da ULS de Coimbra, um administrador hospitalar experiente, por alguém com menos know-how RTP

Votação no parlamento

O que se passou até agora

Discussão generalidade

30 de janeiro de 2026

Votaram no plenário

30 de janeiro de 2026

Anunciaram-na no plenário

10 de setembro de 2025

O presidente aceitou para discussão

27 de agosto de 2025

Baixa comissão distribuição inicial generalidade

27 de agosto de 2025

Chegou à mesa

30 de julho de 2025

Na comunicação social

Fontes citadas nos argumentos a favor e contra

  • ›Acaba o lugar de nomeação reservado ao ministro das Finanças
  • 💥 E eu com isso?

    • ›Se vais às urgências e estão fechadas, uma das razões pode ser a instabilidade nas chefias — administrações que mudam a cada ciclo político não conseguem implementar planos de longo prazo.
    • ›Os profissionais de saúde que tratam de ti são os que melhor sabem quem deve gerir o hospital — hoje não têm voto na matéria.
    • ›Com eleição pelos pares, o presidente responde perante quem trabalha no terreno, não perante o partido no poder.
    👎

    Contra

    • 1Eleições internas podem criar fações e politização dentro dos hospitais — em vez de resolver o problema, muda-se quem faz política PS
    • 2Gerir um hospital com orçamentos de centenas de milhões exige competência técnica, não popularidade entre colegas — o melhor gestor pode não ser o mais popular CNN Portugal
    • 3A ministra da Saúde defende que as nomeações seguem "os mesmos critérios de sempre" e que cabe ao Governo decidir — abrir mão dessa competência é perder controlo sobre o SNS Notícias ao Minuto

    Público

    publico.pt

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    Observador

    observador.pt

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    RTP

    rtp.pt

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    PS

    parlamento.pt

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    CNN Portugal

    cnnportugal.iol.pt

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    Notícias ao Minuto

    noticiasaominuto.com

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