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Proposta de lei n.º 270

BE quer acabar com universidades-fundação e pôr democracia lá dentro

Bloco de Esquerda
BE
·Andreia Galvão
??%boa ideia
??%má ideia
??%tanto faz
??

votos

7D1MTudo
100%75%50%25%0%
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O Bloco de Esquerda está a dizer: "há universidades públicas que se transformaram em fundações de direito privado — acabem com isso, devolvam poder aos estudantes e professores e ponham fim à precariedade dos investigadores."

🍺 Qual é o problema?

  • ›Em 2007, uma lei (chamada RJIES) mudou como as universidades portuguesas são geridas — tornaram-se mais parecidas com empresas, algumas até viraram fundações de direito privado.
  • ›Problema? Três em cada quatro investigadores estão em contratos precários, e estudantes e funcionários quase não têm voz nas decisões.
  • ›A lei devia ter sido revista ao fim de 5 anos. Já lá vão 18.

📋 O que muda?

  • ›Acabar com o regime de fundação — as universidades voltam a ser 100% públicas sob regras do Estado
  • ›Os centros de investigação deixam de ser associações privadas e voltam às universidades
  • ›Reitores das universidades e presidentes dos politécnicos eleitos por um colégio alargado — não por meia dúzia
  • ›Ter de cumprir regras de paridade de género nos órgãos de gestão
  • ›Recuperar o Senado — um órgão onde estudantes, professores e funcionários têm representação
  • ›Combate à precariedade — fim do uso abusivo de "professores convidados" para tapar lugares permanentes

💥 E eu com isso?

  • ›Se estudas ou conheces alguém que investiga numa universidade pública, é disto que se trata.
  • ›Três em cada quatro investigadores estão em contratos precários — vão fazendo "bolsas" ou contratos a prazo durante anos sem nunca entrar na carreira.
  • ›Isso significa professores cansados, centros de investigação dependentes de financiamento privado, e estudantes com pouca voz sobre o sítio onde passam 3 a 5 anos da vida.
👍

A favor

  • 1A federação dos professores universitários (FENPROF) estima que mais de 4 mil investigadores estão em situação precária — não é percepção, são números FENPROF
  • 2Docentes e investigadores já defenderam publicamente a extinção do regime fundacional, acusando-o de ser um "offshore de precariedade" dentro do público DN
  • 3Segundo dados oficiais de 2021, 75% dos investigadores tinham contratos precários — e isto sem contar bolseiros FENPROF

Votação no parlamento

O que se passou até agora

Votaram no plenário

5 de dezembro de 2025

Discussão generalidade

4 de dezembro de 2025

Anunciaram-na no plenário

15 de outubro de 2025

O presidente aceitou para discussão

14 de outubro de 2025

Baixa comissão distribuição inicial generalidade

14 de outubro de 2025

Chegou à mesa

10 de outubro de 2025

Na comunicação social

Fontes citadas nos argumentos a favor e contra

👎

Contra

  • 1O próprio Governo já tem uma revisão em cima da mesa, aprovada em fevereiro de 2025, que reforça a autonomia em vez de a reduzir — esta proposta vai no sentido contrário Portugal.gov
  • 2Algumas universidades (Porto, Aveiro, ISCTE, Minho) escolheram voluntariamente o modelo fundacional — acabar com ele é passar por cima da vontade delas Observador
  • 3Reverter para gestão 100% pública significa menos flexibilidade para contratar, o que pode dificultar trazer investigadores estrangeiros Público

FENPROF

fenprof.pt

↗

DN

dn.pt

↗

FENPROF

fenprof.pt

↗

Portugal.gov

portugal.gov.pt

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Observador

observador.pt

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Público

publico.pt

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