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O PS está a contestar o novo decreto-lei que muda as regras dos carregadores de carros elétricos — acabando com a Mobi.E (a entidade que gere a rede) e eliminando os contratos obrigatórios, o que o PS diz que vai fragmentar o mercado e encarecer o carregamento.
🍺 Qual é o problema?
Votação oficial
Votação final em plenário
27 de fevereiro de 2026
Enviada para análise detalhada
8 de janeiro de 2026
O presidente aceitou para discussão
7 de janeiro de 2026
Apreciação parlamentar
7 de janeiro de 2026
Anunciaram-na no plenário
17 de outubro de 2025
O presidente aceitou para discussão
16 de outubro de 2025
Chegou à mesa
13 de outubro de 2025
📋 O que muda?
💥 E eu com isso?
A favor
Contra
Fontes citadas nos argumentos a favor e contra
O novo regime permite pagar diretamente no ponto de carregamento sem contrato — simplifica para quem usa esporadicamente
Público · publico.pt
Inclui tecnologias novas como carregamento bidirecional (o carro pode devolver energia à rede) — mais inovação
DN · dinheirovivo.dn.pt
Instalar um ponto de carregamento fica mais fácil — basta uma comunicação em vez de licença
Público · publico.pt
O fim da interoperabilidade obrigatória pode fragmentar o mercado — em vez de um sistema único, vais precisar de vários apps
Parlamento · parlamento.pt
Associações do setor alertam que o novo regime pode levar ao encerramento de carregadores com baixa utilização — menos pontos em zonas rurais
Observador · observador.pt
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