votos
Entra para dizeres o que pensas
Vê o que o pessoal acha disto
O PSD está a tapar buracos urgentes na lei que repôs as freguesias extintas em 2013 — em particular, garantir que os trabalhadores das juntas de freguesia recebem o salário durante a transição e que as novas freguesias sabem como gerir o dinheiro.
🍺 Qual é o problema?
📋 O que muda?
E eu com isso?
A favor
Votação oficial
Saiu na folha oficial
7 de novembro de 2025
Mandaram publicar
6 de novembro de 2025
Referenda
5 de novembro de 2025
O Presidente assinou
31 de outubro de 2025
Saiu na folha oficial
29 de outubro de 2025
O Presidente assinou
29 de outubro de 2025
Votação final em plenário
28 de outubro de 2025
Contra
Discussão generalidade
28 de outubro de 2025
Votaram no plenário
28 de outubro de 2025
Votaram ponto a ponto
28 de outubro de 2025
Lei
Primeira alteração à Lei n.º 25-A/2025, de 13 de março, que procede à reposição de freguesias agrega
Decreto da Assembleia da República
Primeira alteração à Lei n.º 25-A/2025, de 13 de março, que procede à reposição de freguesias agrega
Fontes citadas nos argumentos a favor e contra
Marcelo promulgou esta lei rapidamente, reconhecendo a urgência de resolver o pagamento de salários aos funcionários das freguesias repostas
Observador · observador.pt
O ministro da Coesão Territorial mostrou-se preocupado com a aprovação urgente para garantir que ninguém ficava sem salário
Observador · observador.pt
302 freguesias e milhares de trabalhadores estavam num limbo jurídico — esta lei dá segurança a quem está no terreno
Observador · observador.pt
A lei devia ter sido preparada antes das autárquicas e não à pressa depois — o processo de desagregação já era conhecido desde março de 2025
Público · publico.pt
A reposição cria 302 novas estruturas administrativas com custos fixos — mais juntas de freguesia significa mais despesa pública permanente
Observador · observador.pt
O critério de repartição de ativos e passivos entre freguesias pode gerar conflitos — quem fica com as dívidas da freguesia extinta?
Observador · observador.pt
Faz login para participar na discussão
Ainda ninguém disse nada — abre tu a conversa