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O Chega está a pressionar o Governo para fazer cumprir a lei do "direito ao esquecimento" — que, em teoria, proíbe seguradoras e bancos de discriminar quem já venceu um cancro ou outra doença grave, mas que na prática continua a ser ignorada.
🍺 Qual é o problema?
Votação oficial
Saiu no Diário da República
24 de fevereiro de 2026
Mandaram publicar
19 de fevereiro de 2026
Publicada no Diário da Assembleia
19 de fevereiro de 2026
Foram limpar o texto
6 de fevereiro de 2026
Votação final em plenário
30 de janeiro de 2026
Enviada para análise detalhada
9 de janeiro de 2026
Votaram no plenário
9 de janeiro de 2026
📋 O que muda?
💥 E eu com isso?
A favor
Contra
Anunciaram-na no plenário
8 de janeiro de 2026
Apreciação parlamentar
7 de janeiro de 2026
O presidente aceitou para discussão
6 de janeiro de 2026
Resolução da Assembleia da República
Recomenda ao Governo a operacionalização uniforme do direito ao esquecimento para efeitos de acesso
Resolução
Recomenda ao Governo a operacionalização uniforme do direito ao esquecimento para efeitos de acesso
Fontes citadas nos argumentos a favor e contra
O Governo finalmente regulamentou a lei em março de 2026 com prazos concretos por tipo de cancro — mas são precisas garantias de cumprimento
Público · publico.pt
A Liga Contra o Cancro celebrou o avanço mas alerta que sem fiscalização as seguradoras podem continuar a contornar a lei
Observador · observador.pt
A DECO e associações de doentes queixaram-se ao Provedor de Justiça porque a lei ficou 4 anos sem regulamentação — a pressão é legítima
Público · publico.pt
A regulamentação acabou de ser publicada em março de 2026 — talvez faça mais sentido esperar para ver se funciona antes de legislar mais
ECO · eco.sapo.pt
As seguradoras argumentam que o risco atuarial é real e que forçar preços iguais pode encarecer os seguros para toda a gente
Público · publico.pt
A proposta é uma recomendação sem força vinculativa — o Governo pode simplesmente ignorá-la
Parlamento · parlamento.pt
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