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Proposta n.º 460

Chega: sobreviventes de cancro ainda barrados nos seguros

Chega
CH
·Ana Martins·André Ventura·António Carneiro·Armando Grave·Bernardo Pessanha+55
??%boa ideia
??%má ideia
??%tanto faz
??

votos

7D1MTudo
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O Chega está a pressionar o Governo para fazer cumprir a lei do "direito ao esquecimento" — que, em teoria, proíbe seguradoras e bancos de discriminar quem já venceu um cancro ou outra doença grave, mas que na prática continua a ser ignorada.

🍺 Qual é o problema?

  • ›Desde 2022 existe uma lei que diz que se superaste um cancro há mais de 10 anos, as seguradoras não podem usar essa informação contra ti.
  • ›Problema? Passaram 4 anos e continuam a cobrar prémios agravados ou a recusar seguros de vida — essenciais para ter crédito habitação.
  • ›Só em março de 2026 o Governo finalmente regulamentou a lei com prazos concretos por doença.

📋 O que muda?

  • ›Obrigar o Governo a garantir a aplicação uniforme da lei do esquecimento
  • ›Promover um acordo nacional entre bancos, seguradoras e associações de doentes
  • ›Assegurar que quem superou cancro, diabetes, VIH ou hepatite C não é penalizado em seguros de vida ou créditos
  • ›Monitorizar e rever o cumprimento — não basta a lei existir, tem de funcionar
👍

A favor

  • 1O Governo finalmente regulamentou a lei em março de 2026 com prazos concretos por tipo de cancro — mas são precisas garantias de cumprimento Público
  • 2A Liga Contra o Cancro celebrou o avanço mas alerta que sem fiscalização as seguradoras podem continuar a contornar a lei Observador
  • 3A DECO e associações de doentes queixaram-se ao Provedor de Justiça porque a lei ficou 4 anos sem regulamentação — a pressão é legítima Público

Votação no parlamento

O que se passou até agora

Saiu no Diário da República

24 de fevereiro de 2026

Mandaram publicar

19 de fevereiro de 2026

Publicada no Diário da Assembleia

19 de fevereiro de 2026

Foram limpar o texto

6 de fevereiro de 2026

Votação final em plenário

30 de janeiro de 2026

Enviada para análise detalhada

9 de janeiro de 2026

Votaram no plenário

9 de janeiro de 2026

💥 E eu com isso?

  • ›Se tiveste cancro aos 30 e ficaste curado, quando fores comprar casa aos 40 o banco pode recusar-te o seguro de vida obrigatório — e sem seguro, nada de crédito.
  • ›Estamos a falar de gente que já sofreu o suficiente e continua a ser castigada por algo que ultrapassou.
  • ›Com 193 novos diagnósticos de cancro por dia previstos para 2040, isto vai afetar cada vez mais pessoas.
👎

Contra

  • 1A regulamentação acabou de ser publicada em março de 2026 — talvez faça mais sentido esperar para ver se funciona antes de legislar mais ECO
  • 2As seguradoras argumentam que o risco atuarial é real e que forçar preços iguais pode encarecer os seguros para toda a gente Público
  • 3A proposta é uma recomendação sem força vinculativa — o Governo pode simplesmente ignorá-la Parlamento

Anunciaram-na no plenário

8 de janeiro de 2026

Apreciação parlamentar

7 de janeiro de 2026

O presidente aceitou para discussão

6 de janeiro de 2026

Legislação resultante

Resolução da Assembleia da República

Recomenda ao Governo a operacionalização uniforme do direito ao esquecimento para efeitos de acesso

Resolução

Recomenda ao Governo a operacionalização uniforme do direito ao esquecimento para efeitos de acesso

Na comunicação social

Fontes citadas nos argumentos a favor e contra

Público

publico.pt

↗

Observador

observador.pt

↗

Público

publico.pt

↗

ECO

eco.sapo.pt

↗

Público

publico.pt

↗

Parlamento

parlamento.pt

↗

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