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Proposta de lei n.º 375

Estado paga regresso e trasladação de reclusos das ilhas

Bloco de Esquerda
BE
·Fabian Figueiredo
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votos

7D1MTudo
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O Bloco de Esquerda propõe que o Estado, através da DGRSP (Direção-Geral de Reinserção e Serviços Prisionais — quem gere as prisões), pague obrigatoriamente as despesas de transporte de regresso à ilha de residência de reclusos libertados e de trasladação em caso de falecimento, quando detidos fora da sua ilha. A medida estende-se a jovens em centros educativos e inimputáveis internados.

🍺 Qual é o problema?

  • ›Em 2023, a DGRSP recusou pagar a trasladação de um recluso açoriano falecido no Estabelecimento Prisional do Linhó (continente), para onde tinha sido transferido por sobrelotação da prisão de Ponta Delgada.
  • ›A DGRSP recuou após indignação pública, mas o vazio legal manteve-se.
  • ›O Regulamento Geral dos Estabelecimentos Prisionais não prevê esta responsabilidade, apesar de ser o Estado a decidir unilateralmente as transferências.

📋 O que muda?

  • ›A DGRSP (entidade que gere as prisões) suporta 100% das despesas de regresso à ilha de residência de reclusos libertados detidos fora da sua ilha
  • ›A DGRSP suporta 100% das despesas de trasladação em caso de falecimento fora da ilha de residência
  • ›Aplica-se também a crianças/jovens em centros educativos internados fora da sua ilha
  • ›Aplica-se a inimputáveis com medida de segurança de internamento e a imputáveis internados em estabelecimento de inimputáveis
  • ›Altera o regulamento geral das prisões e a lei de tutela educativa
  • ›Entra em vigor com o Orçamento de Estado seguinte

💥 E eu com isso?

  • ›Para famílias de reclusos insulares, uma trasladação entre o continente e os Açores pode custar milhares de euros — dinheiro que muitas não têm.
  • ›A medida resolve um vazio legal injusto: o Estado decide a transferência, mas até agora não assumia os custos do regresso.
  • ›O custo para o orçamento público depende do número de casos (dezenas por ano), sendo relativamente baixo face ao total da despesa prisional.
👍

A favor

  • 1O Parlamento já aprovou em janeiro de 2026 um diploma semelhante por unanimidade, reconhecendo a injustiça da situação Observador
  • 2É o Estado que decide as transferências — logo deve assumir os custos do regresso
  • 3Em 2023, a DGRSP (entidade que gere as prisões) recuou e pagou a trasladação após indignação pública, mas sem base legal clara RTP
👎

Contra

Votação no parlamento

O que se passou até agora

Saiu na folha oficial

16 de março de 2026

Mandaram publicar

12 de março de 2026

Referenda

11 de março de 2026

O Presidente assinou

4 de março de 2026

O Presidente assinou

4 de março de 2026

Saiu na folha oficial

26 de fevereiro de 2026

Foram limpar o texto

23 de fevereiro de 2026

Votação final em plenário

13 de fevereiro de 2026

  • 1Pode incentivar pedidos de transferência estratégica por parte de reclusos para obter transporte pago
  • 2O custo acumulado depende do fluxo de transferências entre ilhas e continente, que pode aumentar
  • 3A medida não resolve o problema de fundo — a sobrelotação das prisões insulares que origina as transferências

Parecer da ALRAA

11 de fevereiro de 2026

Parecer da ALRAM

9 de fevereiro de 2026

Na comunicação social

Fontes citadas nos argumentos a favor e contra

Observador

observador.pt

↗

RTP

rtp.pt

↗

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