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Proposta de lei n.º 385

Livre quer Orçamento avaliado pelo impacto no clima e na igualdade

Livre
L
·Isabel Mendes Lopes·Filipa Pinto·Jorge Pinto·Patrícia Gonçalves·Paulo Muacho+1
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votos

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O Livre quer mudar as regras do Orçamento do Estado (OE) para que, todos os anos, o Governo seja obrigado a mostrar quanto é que cada rubrica contribui para as metas climáticas e para a igualdade entre homens e mulheres.

🍺 Qual é o problema?

  • ›Portugal já começou a fazer orçamentação verde em 2024, classificando a despesa pelo impacto ambiental — mas só para três áreas e sem ser obrigatório.
  • ›A Lei de Bases do Clima (a lei-mãe do combate às alterações climáticas) já prevê que o Orçamento respeite metas de emissões, mas falta encaixar isto na lei que rege o Orçamento.
  • ›Sobre igualdade de género no Orçamento, Portugal está praticamente a zero — o Conselho da Europa recomenda, mas não se faz.

📋 O que muda?

  • ›Cada Orçamento do Estado passa a incluir uma previsão de emissões de gases de efeito de estufa por setor
  • ›Os compromissos financeiros do Estado não podem contrariar as metas climáticas
  • ›O Conselho para a Ação Climática (CAC) e a Comissão para a Igualdade de Género (CIG) passam a dar parecer sobre o Orçamento
  • ›Cada ministério tem de identificar medidas com impacto na igualdade de género
👍

A favor

  • 1Portugal já começou a fazer orçamentação verde em 2024, mas só para 3 programas — estender a todo o Orçamento é o passo lógico seguinte, como o próprio Conselho de Finanças Públicas reconhece CFP
  • 2A área de Ambiente e Energia já tem 2,5 mil milhões no OE 2026, mas sem avaliação obrigatória ninguém sabe se esse dinheiro está mesmo a reduzir emissões Público
  • 3A orçamentação sensível ao género é recomendada pelo Conselho da Europa e já praticada noutros países — Portugal está atrasado Parlamento

Votação no parlamento

O que se passou até agora

Discussão generalidade

30 de janeiro de 2026

Votaram no plenário

30 de janeiro de 2026

O presidente aceitou para discussão

27 de janeiro de 2026

Baixa comissão distribuição inicial generalidade

27 de janeiro de 2026

Anunciaram-na no plenário

21 de janeiro de 2026

Chegou à mesa

16 de janeiro de 2026

Na comunicação social

Fontes citadas nos argumentos a favor e contra

  • ›As receitas de impostos verdes passam a ser contabilizadas separadamente
  • ›Cria-se uma conta consolidada de despesa climática no Orçamento — para se ver quanto se gasta realmente com o clima
  • 💥 E eu com isso?

    • ›Hoje, o Governo pode aprovar um Orçamento que gasta milhões em autoestradas e subsídios a combustíveis fósseis sem prestar contas sobre o impacto no clima.
    • ›Se a lei obrigar a avaliar cada euro gasto pelo seu impacto climático e de género, ficamos a saber se o dinheiro público está a ajudar ou a piorar o problema.
    • ›É como pôr o Orçamento no médico todos os anos — se não faz bem ao clima e à igualdade, tem de explicar porquê.
    👎

    Contra

    • 1Obrigar a pareceres de mais entidades (CAC, CIG) pode atrasar o processo orçamental, que já é apertado em prazos Parlamento
    • 2Muitas das alterações são burocráticas — mais relatórios e previsões que o Governo pode cumprir de forma superficial sem mudar nada na prática OE
    • 3Misturar clima e género na mesma lei pode diluir ambos os temas e criar um monstro legislativo difícil de aplicar Parlamento

    CFP

    cfp.pt

    ↗

    Público

    publico.pt

    ↗

    Parlamento

    parlamento.pt

    ↗

    OE

    oe.gov.pt

    ↗

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