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O Chega quer que os motoristas de transportes públicos deixem de ser tratados como "assistentes operacionais" genéricos e passem a ter uma carreira própria — com salário, progressão e reconhecimento à altura de quem anda a conduzir o teu autocarro.
🍺 Qual é o problema?
📋 O que muda?
A favor
Votação oficial
Enviada para análise detalhada
17 de abril de 2026
Votaram no plenário
17 de abril de 2026
Apreciação parlamentar
16 de abril de 2026
Anunciaram-na no plenário
28 de janeiro de 2026
Foi para a comissão discutir
27 de janeiro de 2026
O presidente aceitou para discussão
27 de janeiro de 2026
Chegou à mesa
23 de janeiro de 2026
💥 E eu com isso?
Contra
Fontes citadas nos argumentos a favor e contra
Os trabalhadores dos transportes municipais de Coimbra, Barreiro, Bragança e outros já fizeram greve a exigir exactamente isto — reposição das carreiras profissionais de agente único
Observador · observador.pt
Os Transportes Urbanos de Coimbra têm 44 vagas de motorista por preencher — 13% do total — porque ninguém quer o lugar nas condições atuais
Observador · observador.pt
Viana do Castelo quer contratar 20 motoristas e não consegue — o problema é nacional, não local
Observador · observador.pt
Criar carreiras especiais para cada profissão pode reabrir a caixa de Pandora que a reforma de 2008 tentou fechar — e todos vão querer o mesmo tratamento
Parlamento · parlamento.pt
A falta de motoristas resolve-se também com melhores condições de trabalho e não só com uma nova etiqueta na carreira — o salário e os horários pesam mais do que o nome no contrato
Público · publico.pt
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