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Proposta n.º 518

PAN quer fiscalizar abate de 9.464 sobreiros autorizados pelo Governo

Pessoas-Animais-Natureza
PAN
·Inês de Sousa Real
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O PAN está a dizer: "o Governo autorizou o abate de quase 10 mil árvores protegidas em dois meses para dar lugar a painéis solares e linhas de comboio — e ninguém está a verificar se as compensações são cumpridas."

🍺 Qual é o problema?

  • ›Só entre dezembro de 2025 e janeiro de 2026, o Governo autorizou o abate de 9.464 sobreiros e azinheiras para projetos de energia renovável e modernização da ferrovia — uma árvore a cada 10 minutos.
  • ›Portugal perde um hectare de montado (a floresta típica de sobreiros) a cada duas horas — 5 mil hectares por ano.
  • ›O ICNF (o instituto que devia fiscalizar as compensações por estes abates) não tem meios para monitorizar os mais de 100 projetos que já estão em curso.

📋 O que muda?

  • ›Criação de um grupo de trabalho com organizações ambientalistas para fiscalizar se as medidas de compensação pelo abate de sobreiros e azinheiras estão mesmo a ser cumpridas
  • ›O grupo avalia se os projetos declarados de "utilidade pública" estão de facto a plantar novas árvores e a proteger o montado como prometido
  • ›Garante que o ICNF não fica sozinho a fiscalizar — mete as organizações da sociedade civil a fazer parte da vigilância

💥 E eu com isso?

  • ›Os sobreiros são árvores protegidas por lei — Portugal é o maior produtor de cortiça do mundo e o montado é um ecossistema único que está a desaparecer.
  • ›Quando o Governo autoriza abater milhares de árvores para projetos de energia ou ferrovia, exige compensações — mas o ICNF admite que não tem meios para verificar se são cumpridas.
  • ›Não é contra os projetos em si — é contra cortarem árvores centenárias sem garantir que alguém planta novas e cuida delas.
👍

A favor

  • 1O ICNF admitiu em 2024 que não tem meios para monitorizar os 102 projetos de compensação por abate de sobreiros — sem fiscalização, as compensações são letra morta ECO
  • 2Desde 2017 foram autorizados para abate mais de 13 mil sobreiros para projetos de "utilidade pública" — a um ritmo que pode ser insustentável Público
  • 3Já houve cortes ilegais de sobreiros e azinheiras por empresas de energia que foram investigados — a fiscalização independente é necessária Público

O que se passou até agora

Anunciaram-na no plenário

11 de fevereiro de 2026

O presidente aceitou para discussão

3 de fevereiro de 2026

Foi para a comissão discutir

3 de fevereiro de 2026

Chegou à mesa

27 de janeiro de 2026

Na comunicação social

Fontes citadas nos argumentos a favor e contra

ECO

eco.sapo.pt

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👎

Contra

  • 1Um grupo de trabalho anterior com a mesma missão já existiu e foi extinto no final de 2023 — criar outro igual pode dar no mesmo Observador
  • 2Os abates são autorizados para projetos de energia renovável e ferrovia que Portugal precisa — travar estes projetos por causa de árvores pode atrasar a transição energética e a modernização dos transportes Observador
  • 3A proposta cria mais uma camada de burocracia sem resolver o problema de fundo: o ICNF não tem gente nem dinheiro para fiscalizar Público

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