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O LIVRE propõe alargar o regime de apoios criado para os incêndios rurais de 2025 (um decreto do Governo de emergência) a todos os fenómenos naturais extremos: cheias, tempestades, sismos, ondas de calor e secas severas. O objetivo é criar um regime único e permanente, ativável por resolução do Conselho de Ministros.
🍺 Qual é o problema?
Votação oficial
Votaram no plenário
29 de maio de 2026
Discussão generalidade
20 de março de 2026
Requerimento Baixa Comissão sem Votação (Generalidade)
20 de março de 2026
Apreciação parlamentar
20 de março de 2026
Anunciaram-na no plenário
11 de fevereiro de 2026
O presidente aceitou para discussão
4 de fevereiro de 2026
Baixa comissão distribuição inicial generalidade
4 de fevereiro de 2026
📋 O que muda?
💥 E eu com isso?
A favor
Contra
Chegou à mesa
1 de fevereiro de 2026
Fontes citadas nos argumentos a favor e contra
A depressão Kristin provou a falha: vítimas de tempestade não puderam aceder aos apoios criados para incêndios
Agroportal · agroportal.pt
Portugal sofreu 20 eventos extremos em 20 anos com 800 milhões de euros em danos segurados
DN · dn.pt
Um regime único elimina a necessidade de legislação avulsa a cada catástrofe, acelerando a resposta
Governo de Portugal · portugal.gov.pt
Um regime permanente pode criar expectativas de apoio automático que desincentivem a prevenção e os seguros
SGEconomia · sgeconomia.gov.pt
A ativação por resolução do Conselho de Ministros dá margem de discricionariedade política na definição de "desastre grave"
Critériordenado · criteriordenado.pt
Alargar os mesmos apoios a todos os fenómenos pode sobrecarregar o orçamento em anos com múltiplas catástrofes
DRE · diariodarepublica.pt
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