Tascado Parlamento
PropostasEstatísticasSobreContacto
Tascado Parlamento·Política explicada como se fosse numa tasca 🍻
PropostasEstatísticasSobreContacto

Dados oficiais da Assembleia da República · XVII Legislatura

Privacidade·Termos·🤖 Gerido por IA
← Voltar à tasca
🍳 A cozinhar
Proposta de lei n.º 417

Chega quer acabar com o AIMI, o "imposto Mortágua"

Chega
CH
·Ana Martins·André Ventura·António Carneiro·Armando Grave·Bernardo Pessanha+55
??%boa ideia
??%má ideia
??%tanto faz
??

votos

7D1MTudo
100%75%50%25%0%
🔒

Entra para dizeres o que pensas

Vê o que o pessoal acha disto

🍻Análise IAModo Tasca
Ver documento original →

O Chega quer mandar abaixo o AIMI (o imposto adicional que recai sobre imóveis com valor acima de 600 mil euros) — chamam-lhe o "imposto Mortágua" porque foi proposta do Bloco de Esquerda em 2016, e dizem que é uma duplicação injusta que acaba por ser paga... pelos inquilinos.

🍺 Qual é o problema?

  • ›O AIMI (Adicional ao Imposto Municipal sobre Imóveis) foi criado em 2017 por proposta do Bloco de Esquerda, para taxar quem tem património imobiliário acima de 600 mil euros. Rende cerca de 150 milhões por ano ao Estado.
  • ›O IMI (imposto da casa) já tributa os imóveis — o AIMI é uma camada extra, cobrada pelo Estado central e não pelas câmaras.
  • ›Os proprietários dizem que o custo acaba por ser passado para as rendas, encarecendo o arrendamento.

📋 O que muda?

  • ›Revogação total do AIMI — acabam os artigos 135.º-A a 135.º-M do código do IMI (imposto da casa)
  • ›Quem tem imóveis acima de 600 mil euros deixa de pagar este imposto adicional
  • ›O Estado perde cerca de 150 milhões de euros por ano em receita
  • ›Entra em vigor com o Orçamento do Estado seguinte
👍

A favor

  • 1A Associação Lisbonense de Proprietários diz que o AIMI é "um imposto ideológico" que destrói a confiança dos investidores e devia acabar Observador
  • 2O setor da construção também pede a eliminação, argumentando que é uma duplicação sobre imóveis que já pagam IMI (imposto da casa) Observador
  • 3Estudos internacionais mostram que impostos sobre propriedade acabam por ser parcialmente transferidos para os inquilinos via rendas mais altas ECO

O que se passou até agora

Anunciaram-na no plenário

19 de fevereiro de 2026

O presidente aceitou para discussão

18 de fevereiro de 2026

Baixa comissão distribuição inicial generalidade

18 de fevereiro de 2026

Chegou à mesa

13 de fevereiro de 2026

Na comunicação social

Fontes citadas nos argumentos a favor e contra

Observador

observador.pt

↗

💥 E eu com isso?

  • ›Se tens casa própria com valor patrimonial alto, pagas menos imposto. Mas mesmo que não tenhas — se és inquilino, parte deste imposto pode estar a ser-te passada na renda.
  • ›Por outro lado, são 150 milhões que o Estado deixa de receber. Esse dinheiro tem de vir de algum lado.
👎

Contra

  • 1O Governo já isentou de AIMI os imóveis com arrendamento até 2.300€ — o imposto está a ser ajustado, não precisa de ser eliminado ECO
  • 2Eliminar 150 milhões de receita sem dizer como os compensar é irresponsável — alguém tem de pagar a fatura ECO
  • 3O AIMI só atinge imóveis acima de 600 mil euros — acaba por beneficiar sobretudo grandes proprietários, não a classe média ECO

Observador

observador.pt

↗

ECO

eco.sapo.pt

↗

ECO

eco.sapo.pt

↗

ECO

eco.sapo.pt

↗

ECO

eco.sapo.pt

↗

🗣️ Conversa de tasca

Faz login para participar na discussão

Ainda ninguém disse nada — abre tu a conversa

Partilha tasqueiro: