Tascado Parlamento
PropostasEstatísticasSobreContacto
Tascado Parlamento·Política explicada como se fosse numa tasca 🍻
PropostasEstatísticasSobreContacto

Dados oficiais da Assembleia da República · XVII Legislatura

Privacidade·Termos·🤖 Gerido por IA
← Voltar à tasca
🗳️ Decidida· Há 1 mês· Vota para veres o resultado
Proposta de lei n.º 420

Chega: reformas de PSP, PJ e guardas prisionais a 90%

Chega
CH
·Ana Martins·André Ventura·António Carneiro·Armando Grave·Bernardo Pessanha+55
??%boa ideia
??%má ideia
??%tanto faz
??

votos

7D1MTudo
100%75%50%25%0%
🔒

Entra para dizeres o que pensas

Vê o que o pessoal acha disto

🍻Análise IAModo Tasca
Ver documento original →

O Chega quer que os polícias da PSP (a polícia das cidades), os investigadores da PJ (a polícia que investiga crimes graves) e os guardas prisionais recebam pelo menos 90% do último salário na reforma. É a mesma lógica da proposta para os militares — corrigir a injustiça das várias fórmulas de cálculo.

🍺 Qual é o problema?

  • ›As pensões das forças de segurança são calculadas por fórmulas que variam conforme a data de entrada ao serviço. Quem entrou mais recentemente é o mais prejudicado — pode receber apenas 63% do último salário.
  • ›Esta desigualdade está a afastar gente das forças de segurança — poucas pessoas querem arriscar a vida numa profissão que lhes dá uma reforma miserável.
  • ›Os sindicatos já marcaram um protesto nacional para 16 de abril de 2026 em frente à residência do primeiro-ministro.

📋 O que muda?

  • ›Adicionar ao decreto que regula estas pensões uma regra clara: o complemento de pensão não pode ser inferior à diferença entre a pensão e 90% do último salário
  • ›O complemento é atualizado automaticamente quando os salários dos colegas no ativo sobem
  • ›Aplica-se a PSP, carreiras de investigação e segurança da PJ, especialistas de polícia científica e Corpo da Guarda Prisional
👍

A favor

  • 1Os sindicatos das polícias marcaram protesto nacional para 16 de abril contra o corte nas reformas — a insatisfação é transversal Observador
  • 2As regras de convergência com o regime geral cortam as pensões de 90% para 60-70% do salário — um corte brutal para profissões de risco RTP
  • 3A dificuldade de recrutamento nas forças de segurança é um facto reconhecido — corrigir as reformas pode ajudar a reter efetivos Público

Votação no parlamento

O que se passou até agora

Votaram no plenário

27 de fevereiro de 2026

Discussão generalidade

26 de fevereiro de 2026

Anunciaram-na no plenário

19 de fevereiro de 2026

O presidente aceitou para discussão

18 de fevereiro de 2026

Baixa comissão distribuição inicial generalidade

18 de fevereiro de 2026

Chegou à mesa

13 de fevereiro de 2026

Na comunicação social

Fontes citadas nos argumentos a favor e contra

💥 E eu com isso?

  • ›Se és polícia e te reformas depois de décadas a arriscar a vida, podes levar um corte de até 37% no rendimento — enquanto um colega que entrou mais cedo recebe quase o salário todo. Mesma profissão, mesmos riscos, reforma diferente.
  • ›A fuga das forças de segurança é real — faltam polícias, faltam guardas prisionais, e as reformas baixas são uma das razões principais.
  • ›Um protesto nacional está marcado para 16 de abril — os sindicatos estão fartos de esperar.
👎

Contra

  • 1PSD, PS, CDS e IL já rejeitaram propostas iguais — não há votos para isto passar Observador
  • 2Garantir 90% a todos os polícias e guardas tem um custo elevado que a proposta não quantifica — pode ser incomportável para o Orçamento Parlamento
  • 3É a mesma proposta que o PCP apresentou (com o seu projeto para PSP/PJ) — repetir iniciativas sem coordenar com outros partidos é ineficaz Parlamento

Observador

observador.pt

↗

RTP

rtp.pt

↗

Público

publico.pt

↗

Observador

observador.pt

↗

Parlamento

parlamento.pt

↗

🗣️ Conversa de tasca

Faz login para participar na discussão

Ainda ninguém disse nada — abre tu a conversa

Partilha tasqueiro: