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Proposta de lei n.º 427

PAN: programa "Alta Digna" contra internamentos sociais

Pessoas-Animais-Natureza
PAN
·Inês de Sousa Real
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O PAN criou um programa chamado "Alta Digna" para resolver o problema dos internamentos sociais — pessoas que ficam presas em camas de hospital porque não têm lar, apoio em casa nem família. A ideia é criar "residências de transição" com financiamento partilhado entre Saúde e Segurança Social.

🍺 Qual é o problema?

  • ›Mais de 2.300 camas de hospital estão ocupadas por pessoas que já têm alta clínica mas não têm para onde ir — o valor mais alto de sempre. Custa ao Estado quase 288 milhões de euros por ano.
  • ›Os internamentos sociais aumentaram mais de 300% em 8 anos. A principal causa é a falta de vagas em lares e na rede de cuidados continuados (a rede de apoio pós-hospital).
  • ›Enquanto estas camas estão ocupadas, urgências lotam, cirurgias são canceladas e doentes ficam em macas nos corredores.

📋 O que muda?

  • ›Criar o programa "Alta Digna" com coordenação entre hospitais, Segurança Social, câmaras e instituições sociais
  • ›Criar "residências de transição" — espaços temporários com acompanhamento profissional, financiados a 1.000€ pela Saúde e 1.000€ pela Segurança Social por mês
  • ›Cada hospital local (ULS) nomeia um gestor de altas para acompanhar cada caso
  • ›Estabelecer um limite de tempo para resolver cada situação — 30 dias para encontrar uma solução definitiva
  • ›O utente paga uma parte proporcional ao seu rendimento, como já acontece nos lares

💥 E eu com isso?

  • ›Se o teu pai tiver alta do hospital e não houver vaga em nenhum lar, fica preso numa cama hospitalar. Arrisca infeções, perde mobilidade e fica deprimido — é o pior sítio para estar.
  • ›Com esta proposta, haveria um sítio intermédio — uma residência de transição — onde ficaria acompanhado enquanto se arranja uma solução definitiva.
  • ›E liberta camas para quem realmente precisa de hospital — menos urgências lotadas, menos cirurgias canceladas.
👍

A favor

  • 1O custo diário de um internamento hospitalar (3.120€) é absurdamente superior ao de uma residência de transição (cerca de 67€/dia) — a poupança é enorme TSF
  • 2Os internamentos sociais atingiram o máximo histórico em 2025 e estão a bloquear o funcionamento dos hospitais — a urgência é indiscutível JN
  • 3Ao contrário de outras propostas, esta cria um mecanismo concreto com valores, prazos e responsáveis definidos — não é só uma recomendação Parlamento

Votação no parlamento

O que se passou até agora

Votaram no plenário

27 de fevereiro de 2026

Discussão generalidade

26 de fevereiro de 2026

Anunciaram-na no plenário

19 de fevereiro de 2026

O presidente aceitou para discussão

18 de fevereiro de 2026

Baixa comissão distribuição inicial generalidade

18 de fevereiro de 2026

Chegou à mesa

13 de fevereiro de 2026

Na comunicação social

Fontes citadas nos argumentos a favor e contra

👎

Contra

  • 1Residências de transição são soluções temporárias — sem lares suficientes e cuidados continuados a funcionar, as pessoas vão empilhar-se nas residências em vez de se empilharem nos hospitais Observador
  • 2O financiamento de 2.000€ por mês (1.000€ Saúde + 1.000€ Segurança Social) pode não ser suficiente para garantir cuidados de qualidade em todas as regiões Parlamento
  • 3A proposta depende da existência de instalações disponíveis e pessoal qualificado — que é exatamente o que falta em Portugal RTP

TSF

tsf.pt

↗

JN

jn.pt

↗

Parlamento

parlamento.pt

↗

Observador

observador.pt

↗

RTP

rtp.pt

↗

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