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O Chega quer acabar com uma injustiça absurda: quando morre uma criança ou uma pessoa com incapacidade que nunca descontou, a família recebe uns míseros 268€ para o funeral — este projeto manda que o reembolso seja igual ao de quem contribuiu.
🍺 Qual é o problema?
📋 O que muda?
A favor
Votação oficial
Votaram no plenário
10 de abril de 2026
Enviada para análise detalhada
10 de abril de 2026
Discussão generalidade
9 de abril de 2026
Baixa comissão distribuição inicial generalidade
9 de março de 2026
O presidente aceitou para discussão
9 de março de 2026
Anunciaram-na no plenário
4 de março de 2026
Chegou à mesa
26 de fevereiro de 2026
💥 E eu com isso?
Contra
Fontes citadas nos argumentos a favor e contra
O Estado recusa pagar funerais dignos a crianças porque "não descontam" — é uma regra cruel que precisa de mudar
JN · jn.pt
LIVRE, PAN e JPP também apresentaram propostas no mesmo sentido — há consenso multipartidário de que a situação é injusta
Público · publico.pt
O subsídio de 268€ cobre menos de 10% do custo real de um funeral — é um apoio meramente simbólico que não protege ninguém
Observador · observador.pt
Igualar o regime não contributivo ao contributivo pode criar um precedente que afeta outros subsídios — o princípio é que quem desconta tem mais proteção
Parlamento · parlamento.pt
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