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Proposta n.º 658

PAN quer inquérito a influencers com conteúdo sexual nas escolas

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PAN
·Inês de Sousa Real
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O PAN descobriu que 79 escolas deixaram entrar influenciadores digitais que vendem pornografia — sim, literalmente — para animar campanhas de associações de estudantes, e agora quer que a Inspeção investigue e que se criem regras para isto nunca mais acontecer.

🍺 Qual é o problema?

  • ›Uma investigação do Público revelou que pelo menos 79 escolas receberam influencers conhecidos por conteúdos sexualizados e misóginos — incluindo um que vende pornografia no OnlyFans.
  • ›Estes gajos foram filmados em tronco nu dentro de escolas, a passar músicas com letras explícitas perante miúdos menores de idade, e ainda usaram as imagens dos alunos nas redes sociais sem autorização dos pais.
  • ›O Ministério já abriu inquérito a dois diretores de escolas e criou um grupo de trabalho para novas regras.

📋 O que muda?

  • ›Inquérito urgente da Inspeção da Educação às 79 escolas para apurar quem autorizou, o que aconteceu e se houve violação de dados pessoais dos alunos
  • ›Apurar se houve exploração comercial de menores — os influencers usaram imagens dos miúdos para ganhar seguidores e dinheiro
  • ›Criar regras vinculativas para toda a gente: quem entra na escola tem de passar por avaliação pedagógica prévia
  • ›Proibição total de conteúdos sexualizados ou misóginos em contexto escolar — parece óbvio, mas não estava escrito

💥 E eu com isso?

  • ›Se tens um filho na escola, imagina que um gajo que vende pornografia online foi lá fazer um "espetáculo" — e ninguém te pediu autorização para filmar o teu filho e publicar nas redes.
  • ›Isto não foram casos isolados: foram 79 escolas em dois anos letivos, de norte a sul do país.
  • ›Sem regras claras, qualquer escola pode continuar a abrir a porta a quem quiser, sem verificar se o conteúdo é adequado para crianças.
👍

A favor

  • 1A investigação do Público documentou casos concretos de influencers com conteúdo pornográfico a atuar em escolas públicas perante menores Público
  • 2A Inspeção já abriu inquérito a dois diretores de escolas, confirmando que a situação é grave o suficiente para justificar investigação Público
  • 3A proteção de dados de menores é uma obrigação legal — se usaram imagens de crianças sem consentimento, houve violação da lei RTP

O que se passou até agora

O presidente aceitou para discussão

9 de março de 2026

Foi para a comissão discutir

9 de março de 2026

Anunciaram-na no plenário

4 de março de 2026

Chegou à mesa

2 de março de 2026

Na comunicação social

Fontes citadas nos argumentos a favor e contra

Público

publico.pt

↗
👎

Contra

  • 1O Governo já criou um grupo de trabalho e enviou orientações às escolas — legislar em cima do joelho pode ser redundante DN
  • 2Algumas escolas contestaram estar na lista de 79 — é preciso apurar os factos antes de generalizar Público
  • 3Não se pode confundir campanhas de associações de estudantes com educação sexual — a autonomia das escolas e dos alunos também tem de ser respeitada Parlamento

Público

publico.pt

↗

RTP

rtp.pt

↗

DN

dn.pt

↗

Público

publico.pt

↗

Parlamento

parlamento.pt

↗

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