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Proposta de lei n.º 476

PCP quer que Ministério Público defina prioridades da política criminal

Partido Comunista Português
PCP
·Paulo Raimundo·Paula Santos·Alfredo Maia
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O PCP propõe alterar a Lei-Quadro da Política Criminal para que sejam o Ministério Público e os órgãos de polícia criminal a definir as prioridades e orientações de investigação, em vez da Assembleia da República. O parlamento passaria apenas a avaliar a execução dessas prioridades a cada dois anos.

🍺 Qual é o problema?

  • ›Desde 2006, a Lei-Quadro da Política Criminal prevê que a Assembleia da República aprove leis bienais com os objetivos e prioridades de investigação criminal.
  • ›Entre 2011 e 2015, o parlamento não aprovou nenhuma destas leis — e o sistema funcionou na mesma, com o Ministério Público a definir as suas próprias prioridades.
  • ›Em março de 2026, o parlamento aprovou na generalidade a Lei de Política Criminal 2025-2027 do Governo e rejeitou o projeto do PCP.

📋 O que muda?

  • ›Revogação dos artigos 7.º a 10.º da Lei-Quadro (que dão à AR o poder de definir prioridades)
  • ›Ministério Público e polícias passam a definir prioridades bienais com base no Estatuto e leis orgânicas
  • ›Governo emite diretivas às entidades sob sua tutela para cumprimento das prioridades
  • ›Procurador-Geral da República emite instruções para os inquéritos abrangidos
  • ›Relatório de execução apresentado à AR até 15 de março do ano seguinte ao biénio

💥 E eu com isso?

  • ›No dia a dia, esta mudança afeta o que a polícia investiga primeiro — se é a corrupção, o cibercrime ou a violência doméstica.
  • ›Para o cidadão comum, a questão central é: quem deve decidir as prioridades de combate ao crime — os deputados eleitos ou os magistrados e polícias que trabalham no terreno? A proposta reforça a autonomia técnica, mas reduz o controlo democrático direto sobre a política criminal.
👍

A favor

  • 1Entre 2011 e 2015 não houve lei de prioridades e o sistema funcionou normalmente — prova de que o Ministério Público já define prioridades na prática PCP
  • 2A definição de prioridades pelo parlamento pode ser vista como intromissão do poder político na esfera judicial, comprometendo a autonomia do Ministério Público Público
  • 3As leis de prioridades aprovadas pelo parlamento tendem a ser tão vagas que na prática não têm efeito real DGRSP

Votação no parlamento

O que se passou até agora

Votaram no plenário

20 de março de 2026

Discussão generalidade

19 de março de 2026

Anunciaram-na no plenário

18 de março de 2026

O presidente aceitou para discussão

18 de março de 2026

Baixa comissão distribuição inicial generalidade

18 de março de 2026

Chegou à mesa

6 de março de 2026

Na comunicação social

Fontes citadas nos argumentos a favor e contra

👎

Contra

  • 1O parlamento aprovou em março de 2026 a Lei de Política Criminal 2025-2027 e rejeitou este projeto — há maioria parlamentar a favor do modelo atual Observador
  • 2A definição de prioridades pela AR garante controlo democrático — retirar esse poder aos deputados eleitos reduz a legitimidade democrática da política criminal Correio da Manhã
  • 3O Governo definiu prioridades claras para 2025-2027 (corrupção, cibercrime, terrorismo, violência doméstica) — delegar para o MP pode diluir o foco político nestas áreas Governo de Portugal

PCP

pcp.pt

↗

Público

publico.pt

↗

DGRSP

dgrsp.justica.gov.pt

↗

Observador

observador.pt

↗

Correio da Manhã

cmjornal.pt

↗

Governo de Portugal

portugal.gov.pt

↗

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