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O Livre está a dizer ao Governo: "Portugal não tem ninguém de fora a verificar se a polícia está a discriminar ou a abusar — quem investiga a polícia é a própria polícia. Criem um mecanismo independente que olhe para os direitos humanos e diga as coisas como elas são."
🍺 Qual é o problema?
📋 O que muda?
A favor
Votação oficial
Votaram em plenário
8 de maio de 2026
Foi para a comissão discutir
24 de março de 2026
Recurso da decisão do PAR
19 de março de 2026
Votação do recurso da decisão do PAR
19 de março de 2026
Anunciaram-na no plenário
18 de março de 2026
O presidente aceitou para discussão
18 de março de 2026
Chegou à mesa
6 de março de 2026
💥 E eu com isso?
Contra
Fontes citadas nos argumentos a favor e contra
O estudo da Universidade de Coimbra é demolidor — entre 1996 e 2020, 36% das mortes em intervenções policiais foram de pessoas não brancas, num país onde estas são minoria absoluta
Público · publico.pt
A própria Agência Europeia dos Direitos Fundamentais (FRA) já apontou que os mecanismos de supervisão da polícia em Portugal são insuficientes em independência
FRA · fra.europa.eu
O Comité contra a Tortura da ONU já recomendou a Portugal que reforce a investigação independente de violações cometidas por agentes — recomendações que continuam por cumprir
Esquerda · esquerda.net
A proposta não diz quem nomeia este novo mecanismo nem como é financiado — pode acabar como mais um conselho consultivo sem poder real
Diário de Notícias · dn.pt
Já existe a Inspeção-Geral da Administração Interna (IGAI), criar mais um organismo pode ser duplicar trabalho em vez de reforçar o que já existe
Executive Digest · executivedigest.sapo.pt
Recolher dados sobre origem étnica é polémico em Portugal — o próprio sistema legal não permite estas categorias e mudar isso é uma discussão complexa
Etnográfica · journals.openedition.org
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