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Proposta de lei n.º 503

Chega: menopausa precisa de consultas, remédios e respostas reais

Chega
CH
·Ana Martins·André Ventura·António Carneiro·Armando Grave·Bernardo Pessanha+55
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??

votos

7D1MTudo
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O Chega quer que a Estratégia Nacional para os Direitos na Menopausa — prevista no Orçamento do Estado de 2026 mas sem prazo nem metas — saia mesmo do papel, com consultas no SNS (os hospitais públicos), comparticipação de medicamentos avaliada pelo INFARMED (quem autoriza medicamentos) e relatórios anuais ao parlamento.

🍺 Qual é o problema?

  • ›O Orçamento do Estado de 2026 mandou o Governo criar uma Estratégia Nacional para a Menopausa até meio de 2026, mas não definiu metas, indicadores nem quem faz o quê.
  • ›Cerca de 50% das mulheres na menopausa em Portugal "assumem mal-estar" sem apoio adequado — os sintomas afetam o trabalho, a saúde mental e a vida toda.
  • ›Foi aprovado o alargamento das consultas de planeamento familiar até à menopausa, mas na prática o SNS (os hospitais públicos) não tem capacidade para dar resposta.

📋 O que muda?

  • ›A DGS (direção de saúde) coordena a estratégia e tem 90 dias para a aprovar por portaria
  • ›Os cuidados primários e hospitais do SNS (os hospitais públicos) passam a ter articulação obrigatória para consultas de menopausa
  • ›O INFARMED (quem autoriza medicamentos) elabora um relatório em 120 dias sobre a comparticipação dos medicamentos para a menopausa
  • ›Relatório anual ao parlamento sobre o que foi feito — metas cumpridas e não cumpridas
👍

A favor

  • 1O fórum "Menopausa e Direitos Humanos" em Lisboa sublinha que a legislação existe mas falta concretização — "não basta reconhecer no papel" JN
  • 2Cerca de 50% das mulheres portuguesas na menopausa reportam mal-estar sem apoio adequado — é um problema de saúde pública ignorado Observador
  • 3O parlamento já aprovou o alargamento das consultas de planeamento familiar até à menopausa — falta agora o SNS (os hospitais públicos) ter capacidade para as dar Público

O que se passou até agora

Anunciaram-na no plenário

18 de março de 2026

O presidente aceitou para discussão

18 de março de 2026

Baixa comissão distribuição inicial generalidade

18 de março de 2026

Chegou à mesa

11 de março de 2026

Na comunicação social

Fontes citadas nos argumentos a favor e contra

JN

jn.pt

↗
  • ›Avaliação global ao fim de 3 anos
  • 💥 E eu com isso?

    • ›Se tens mais de 45 anos ou conheces alguém nessa situação, sabes que os sintomas da menopausa podem ser brutais — afrontamentos, insónia, depressão — e o SNS (os hospitais públicos) mal tem resposta.
    • ›Muitos medicamentos para a menopausa não são comparticipados ou são-no de forma desigual — e a avaliação do INFARMED (quem autoriza medicamentos) pode mudar isso.
    • ›O Orçamento do Estado de 2026 prometeu uma estratégia, mas sem esta lei é mais um papel bonito que ninguém implementa.
    👎

    Contra

    • 1Criar mais obrigações de monitorização e reporte para o SNS (os hospitais públicos) quando já faltam médicos e enfermeiros pode ser contraproducente Público
    • 2O prazo de 90 dias para aprovar a portaria é ambicioso quando o Governo ainda nem publicou a estratégia prevista no Orçamento do Estado de 2026 DN
    • 3A avaliação do INFARMED (quem autoriza medicamentos) sobre comparticipações pode recomendar alargamentos caros sem garantir que há orçamento disponível RTP

    Observador

    observador.pt

    ↗

    Público

    publico.pt

    ↗

    Público

    publico.pt

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    DN

    dn.pt

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    RTP

    rtp.pt

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