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Proposta n.º 698

PCP quer anular decreto que muda contribuições da Seg. Social

Partido Comunista Português
PCP
·Alfredo Maia·Paula Santos·Paulo Raimundo
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??%tanto faz
??

votos

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O PCP quer cancelar o decreto do Governo que mudou as regras do trabalho não declarado na Segurança Social — porque, na prática, quem for apanhado a trabalhar sem contrato passa a ter apenas 3 meses de carreira reconhecidos em vez dos 12 anteriores.

🍺 Qual é o problema?

  • ›O decreto do Governo 127/2025 entrou em vigor a 1 de janeiro de 2026 e alterou as obrigações declarativas das empresas e o regime contributivo.
  • ›O Governo disse que ia poupar 1,5 mil milhões em "custos de contexto" para as empresas, mas a oposição diz que é uma oferta aos patrões à custa dos trabalhadores.
  • ›Antes, quando se descobria trabalho não declarado, a empresa pagava 12 meses retroativos de contribuições — agora paga só 3 meses.

📋 O que muda?

  • ›Se aprovada, esta resolução cancela o decreto do Governo por completo — voltam as regras anteriores
  • ›Isso significa que o trabalho não declarado volta a ter 12 meses de contribuições retroativas, não 3
  • ›Os trabalhadores apanhados sem contrato voltam a ter um ano de carreira contributiva reconhecida
  • ›A medida já foi pedida também pelo BE no parlamento

💥 E eu com isso?

  • ›Se trabalhaste sem contrato e fores apanhado, com as novas regras só te reconhecem 3 meses de descontos em vez de 12 — ou seja, se ficares doente ou desempregado, tens menos proteção.
  • ›Para os patrões, a multa baixou — o incentivo para declarar trabalhadores diminuiu.
  • ›É como dizer a quem faz batota que a penalização agora é mais leve — adivinha o que vai acontecer.
👍

A favor

  • 1Tanto o PCP como o BE dizem que o decreto "normaliza o trabalho não declarado" ao reduzir as consequências para os patrões Observador
  • 2Os trabalhadores perdem 9 meses de carreira contributiva reconhecida quando são apanhados em trabalho não declarado — menos proteção social para quem já é vulnerável Público
  • 3É declarar obrigatório o serviço doméstico e ao mesmo tempo reduzir as consequências de não declarar — uma contradição Público

Votação no parlamento

O que se passou até agora

Anunciaram-na no plenário

13 de março de 2026

O presidente aceitou para discussão

13 de março de 2026

Votaram em plenário

13 de março de 2026

Chegou à mesa

12 de março de 2026

Na comunicação social

Fontes citadas nos argumentos a favor e contra

Observador

👎

Contra

  • 1O Governo diz que as regras anteriores eram desproporcionadas e causavam "inúmeros casos concretos" de injustiça — 12 meses retroativos podiam destruir pequenas empresas Público
  • 2O objetivo é poupar 1,5 mil milhões em custos administrativos para empresas — simplificar nem sempre é mau Observador
  • 3Cancelar o decreto inteiro pode reverter outras alterações positivas às obrigações declarativas que não são polémicas Observador

observador.pt

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