O LIVRE propõe a criação de um Passe de Mobilidade Nacional que dê acesso a todos os transportes coletivos — urbanos, suburbanos, regionais, ferroviários, rodoviários, fluviais e de mobilidade suave — num único título, em todo o país.
🍺 Qual é o problema?
›O Passe Ferroviário Verde (20 €/mês) cobre comboios regionais e intercidades, mas não inclui autocarros, metro, barcos nem transportes urbanos fora das áreas metropolitanas.
›O Navegante (40 €/mês) só funciona em Lisboa; o Andante no Porto.
›Quem vive fora das áreas metropolitanas precisa de vários passes diferentes.
›A subida dos combustíveis em 2026 (gasóleo +20%, gasolina +10% em duas semanas) tornou os transportes públicos ainda mais urgentes.
📋 O que muda?
›Criação do Passe de Mobilidade Nacional: um título único para todos os modos de transporte coletivo
›Inclui: urbano, suburbano, regional, rodoviário, ferroviário, fluvial e mobilidade suave
›Auscultação obrigatória da AMT, IMT, áreas metropolitanas e comunidades intermunicipais
›
👍
A favor
1O Passe Ferroviário Verde fez os passes carregados subir de 6 milhões (2019) para 12 milhões (2025) — um passe mais abrangente pode acelerar esta tendência CP
2Na Alemanha, o Deutschlandticket por 49 €/mês atraiu 14 milhões de utilizadores e reduziu emissões no transporte
3Um passe único reduz a complexidade tarifária e elimina a barreira de ter de comprar vários passes para diferentes operadores
👎
Contra
1Sem reforço simultâneo da oferta, o aumento de procura pode piorar a sobrelotação e a qualidade do serviço