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Proposta n.º 744

Harmonizar estágios obrigatórios com direitos do trabalhador-estudante

Chega
CH
·Ana Martins·André Ventura·António Carneiro·Armando Grave·Bernardo Pessanha+55
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7D1MTudo
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O Chega recomenda ao Governo que reveja os regimes de estágios curriculares e práticas obrigatórias do ensino superior para garantir que não anulam os direitos do Estatuto do Trabalhador-Estudante, nomeadamente a dispensa de trabalho para frequência de aulas.

🍺 Qual é o problema?

  • ›O Estatuto do Trabalhador-Estudante (artigos 89.º a 96.º do Código do Trabalho) garante dispensa de trabalho para aulas e exames.
  • ›Mas muitos estágios curriculares — em ensino, saúde, engenharia — exigem horários rígidos e presença a 100%, tornando impossível conciliar com um emprego.
  • ›Quem trabalha e quer requalificar-se acaba por ter de escolher entre o salário e o diploma.

📋 O que muda?

  • ›Revisão e harmonização entre o Estatuto do Trabalhador-Estudante e os regimes de estágios curriculares
  • ›Orientações claras para instituições de ensino, empregadores e ordens profissionais
  • ›Soluções obrigatórias: horários flexíveis, compensações de tempo, regimes parciais, estágios em períodos concentrados
  • ›Legislação futura sobre práticas obrigatórias deve prever compatibilização com direitos laborais
👍

A favor

  • 1A Constituição garante o direito à educação (artigo 73.º) e à formação profissional (artigo 59.º) — os estágios não devem ser um obstáculo a esses direitos DGES
  • 2Portugal tem carência crónica de quadros em saúde, ensino e engenharia — dificultar a requalificação agrava o problema
  • 3Outros países europeus já preveem regimes parciais e horários flexíveis para estágios curriculares
👎

Contra

  • 1Algumas formações exigem presença contínua por razões pedagógicas e de segurança — flexibilizar pode comprometer a qualidade (ex: estágios clínicos em medicina)

O que se passou até agora

Anunciaram-na no plenário

25 de março de 2026

O presidente aceitou para discussão

24 de março de 2026

Foi para a comissão discutir

24 de março de 2026

Chegou à mesa

23 de março de 2026

Na comunicação social

Fontes citadas nos argumentos a favor e contra

DGES

dges.gov.pt

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Partilha tasqueiro:

💥 E eu com isso?

  • ›Para um enfermeiro que quer tirar o mestrado em ensino, ou uma administrativa que quer requalificar-se em engenharia, esta medida pode ser a diferença entre conseguir ou não completar o curso sem perder o emprego.
  • ›Num país com carência de professores, médicos e engenheiros, facilitar a requalificação profissional é urgente.
  • ›O risco é que a flexibilização comprometa a qualidade da formação prática.
2
As ordens profissionais podem resistir a alterações que considerem reduzir os padrões de formação
  • 3A recomendação não tem força vinculativa — sem projeto de lei, o Governo pode ignorá-la