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Proposta n.º 760

PCP quer normas mais duras para postes de eletricidade

Partido Comunista Português
PCP
·Alfredo Maia·Paula Santos·Paulo Raimundo
??%boa ideia
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??%tanto faz
??

votos

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O PCP está a dizer: "a tempestade Kristin derrubou 61 postes de muito alta tensão e deixou um milhão de pessoas sem luz — as normas de segurança são de 1992 e os postes não aguentam o vento que já sabemos que existe."

🍺 Qual é o problema?

  • ›A Kristin derrubou 61 postes de muito alta tensão e danificou mais de 1400 em alta e média tensão — cerca de um milhão de pessoas ficaram sem eletricidade.
  • ›As normas de segurança das linhas elétricas datam de 1992 e usam velocidades de vento de referência dos anos 60 — quando ainda não existiam linhas de 400 kV.
  • ›Os postes são projetados para aguentar ventos de 126 km/h, mas a Kristin trouxe rajadas de 176 km/h — valor que já ocorreu várias vezes na história recente.

📋 O que muda?

  • ›Atualizar as normas de segurança das linhas elétricas para aguentar os ventos que já se sabe que acontecem — seguindo as normas europeias EN 50341
  • ›Reforçar imediatamente os postes nos pontos mais críticos da rede — com espias, mais apoios ou postes reforçados
  • ›Rever projetos em curso para incorporar as novas especificações
  • ›Proibir que os custos de reforço sejam passados para as faturas dos consumidores — a culpa é das concessionárias e do Estado, não tua

💥 E eu com isso?

  • ›Se ficaste semanas sem luz depois da Kristin, já sabes o que significa ter uma rede elétrica que não aguenta tempestades — e os especialistas dizem que vão ser cada vez mais frequentes.
  • ›A rede portuguesa é das mais vulneráveis a tempestades na Europa, e enterrar linhas é mais caro mas não é "exorbitante", segundo especialistas.
  • ›O PCP quer que o custo do reforço não vá parar à tua fatura de luz — mas alguém tem de pagar, e a questão é quem.
👍

A favor

  • 1A rede portuguesa é das mais vulneráveis a tempestades na Europa e especialistas defendem que enterrar linhas seria a solução mais robusta Observador
  • 2A própria ministra defendeu o enterramento de linhas para tornar a rede mais resiliente — o Governo reconhece o problema Observador
  • 3As normas de segurança datam de 1992 e usam valores de vento dos anos 60 — é incompreensível que não tenham sido atualizadas com os dados disponíveis ECO

O que se passou até agora

Anunciaram-na no plenário

1 de abril de 2026

O presidente aceitou para discussão

31 de março de 2026

Foi para a comissão discutir

31 de março de 2026

Chegou à mesa

27 de março de 2026

Na comunicação social

Fontes citadas nos argumentos a favor e contra

Observador

observador.pt

↗
👎

Contra

  • 1O impacto da Kristin na rede vai ser incorporado no custo do sistema — proibir que passe para a fatura pode ser irrealista porque o dinheiro tem de vir de algum lado Observador
  • 2Dimensionar infraestruturas para eventos extremos a cada 50 ou 100 anos é normal — nenhum país constrói postes indestrutíveis porque seria economicamente inviável Observador
  • 3A Kristin foi um evento extremo que derrubou 61 postes MAT — mais do dobro do pior registo anterior em 2009 — é difícil dimensionar para o imprevisível ECO

Observador

observador.pt

↗

ECO

eco.sapo.pt

↗

Observador

observador.pt

↗

ECO

eco.sapo.pt

↗

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