O Chega quer que o dia 30 de setembro passe a ser o Dia Nacional do Fisioterapeuta — a data em que foi criada a Ordem dos Fisioterapeutas, em 2019.
🍺 Qual é o problema?
›Portugal tem mais de 14.500 fisioterapeutas registados — é a terceira profissão de saúde mais numerosa na Europa.
›A Ordem dos Fisioterapeutas foi criada em 2019 e tem pedido ao parlamento a consagração de um dia nacional desde 2025.
›Apesar de já existir o Dia Mundial da Fisioterapia (8 de setembro), não há data nacional dedicada a estes profissionais.
📋 O que muda?
›O dia 30 de setembro passa a ser o Dia Nacional do Fisioterapeuta
›Reconhecimento simbólico e institucional da profissão
›Plataforma para ações de literacia em saúde e sensibilização sobre o papel da fisioterapia
💥 E eu com isso?
👍
A favor
1A OMS classifica os fisioterapeutas como essenciais nos sistemas de saúde para reabilitação e manutenção da qualidade de vida Observador
2Portugal tem mais de 14.500 fisioterapeutas mas só cerca de 1.500 trabalham no SNS — reconhecer a profissão pode ajudar a pressionar para mais contratação pública Público
3A Ordem dos Fisioterapeutas defende unidades de fisioterapia no SNS — um dia nacional daria mais visibilidade a esta reivindicação Observador
›Se já precisaste de fisioterapia — depois de uma cirurgia, um acidente, ou para lidar com dor crónica — sabes que estes profissionais fazem diferença real na vida das pessoas.
›Só 10% dos fisioterapeutas trabalham no SNS — a maioria está no privado, e o acesso através do público é difícil e demorado.
›A proposta é simbólica, mas pode ajudar a dar visibilidade a uma profissão que a Ordem diz estar subvalorizada no sistema de saúde.
👎
Contra
1É uma medida puramente simbólica — não muda nada na contratação, nas condições de trabalho ou no acesso dos utentes à fisioterapia Parlamento
2Já existe o Dia Mundial da Fisioterapia a 8 de setembro — criar outro dia nacional a 30 de setembro é redundância Parlamento
3O parlamento tem problemas mais urgentes para resolver do que criar dias comemorativos — tempo parlamentar devia ser gasto em propostas com impacto real Parlamento