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Proposta de lei n.º 538

PCP quer mais proteção para quem dirige coletividades de borla

Partido Comunista Português
PCP
·Paulo Raimundo·Paula Santos·Alfredo Maia
??%boa ideia
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??%tanto faz
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Basicamente, o PCP está a dizer ao Governo: "há 425 mil pessoas a aguentar coletividades, ranchos e clubes de borla, e a lei trata-os mal — vamos dar-lhes mais horas, formação e proteção contra dívidas."

🍺 Qual é o problema?

  • ›Em Portugal há cerca de 68 mil coletividades, clubes e associações populares, com mais de 3 milhões de sócios.
  • ›Quem manda nelas — os dirigentes — fazem o trabalho de borla, fora do horário, e muitas vezes têm chefes que não os deixam sair para tratar das coisas da associação.
  • ›A lei que protege estes dirigentes está parada desde 2004, já lá vão mais de 20 anos.

📋 O que muda?

  • ›O "crédito de horas" (umas horas pagas pelo patrão para tratar de coisas da associação) passa a poder ser dividido entre vários dirigentes — não fica só com um
  • ›Passam a ter direito a formação e a apoio jurídico de borla, com o Estado a fazer protocolos com as associações
  • ›Deixam de responder com o seu próprio dinheiro pelas dívidas da associação — exceto se tiverem agido de má-fé
  • ›Dirigentes que sejam estudantes passam a ter os mesmos direitos que os dirigentes do associativismo jovem (faltas justificadas para reuniões, etc.)

💥 E eu com isso?

  • ›Se já foste a um arraial da tua aldeia, a um jogo do clube da terra ou a um ensaio do rancho — provavelmente tudo isso está montado por meia dúzia de voluntários que andam estafados.
  • ›Muitos arriscam-se a ter problemas no trabalho ou até a perder o seu próprio dinheiro se a coletividade fechar com dívidas.
  • ›Se estes dirigentes desistirem, a vida cultural e desportiva fora das grandes cidades simplesmente apaga-se.
👍

A favor

  • 1O instituto nacional de estatística (INE) confirma que o movimento associativo é o maior bloco da economia social em Portugal — falamos de centenas de milhares de pessoas a fazer trabalho não pago Diário de Notícias
  • 2A flexibilidade do crédito de horas é um pedido antigo das associações pequenas, que muitas vezes só têm um ou dois dirigentes ativos e nem o atual benefício conseguem usar SAPO
  • 3Os Açores já estão a discutir um estatuto regional para estes dirigentes — não é só uma fixação do PCP, há consenso na sociedade civil Jornal Açores 9

O que se passou até agora

Chegou à mesa

31 de março de 2026

Na comunicação social

Fontes citadas nos argumentos a favor e contra

Diário de Notícias

dn.pt

↗

SAPO

sapo.pt

↗
👎

Contra

  • 1A proposta não diz quanto vai custar nem onde vai sair o dinheiro para a formação e o apoio jurídico — as despesas só entram em vigor com o próximo Orçamento, ou seja, fica para mais tarde Parlamento
  • 2Tirar a responsabilidade pessoal dos dirigentes pelas dívidas pode encorajar gestão menos cuidadosa — é uma alteração jurídica delicada que merecia mais discussão Abola
  • 3Mexer só nas horas e na formação não resolve o problema de fundo — que é a falta de financiamento estável às coletividades, sem o qual nenhum dirigente aguenta DRE

Jornal Açores 9

jornalacores9.pt

↗

Parlamento

parlamento.pt

↗

Abola

abola.pt

↗

DRE

diariodarepublica.pt

↗

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