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Dados oficiais da Assembleia da República · XVII Legislatura

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Proposta de lei n.º 552

LIVRE obriga a rotular conteúdos de IA em campanhas eleitorais

Livre
L
·Paulo Muacho·Jorge Pinto·Rui Tavares·Filipa Pinto·Patrícia Gonçalves+1
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O LIVRE propõe que todos os conteúdos de áudio, imagem ou vídeo produzidos com inteligência artificial em campanhas eleitorais e referendos sejam obrigatoriamente identificados de forma clara e inequívoca. A obrigação aplica-se a eleições presidenciais, legislativas e referendos.

🍺 Qual é o problema?

  • ›Os deepfakes — vídeos, áudios e imagens gerados por IA que imitam pessoas reais — tornaram-se cada vez mais sofisticados e baratos de produzir.
  • ›O Brasil aprovou em março de 2026 uma das regulações mais abrangentes do mundo sobre IA em eleições.
  • ›Na Europa, o AI Act da UE entrou em vigor, mas não regula especificamente campanhas eleitorais nacionais.
  • ›Portugal não tem atualmente qualquer obrigação legal de identificar conteúdos gerados por IA em contexto eleitoral.

📋 O que muda?

  • ›Conteúdos de áudio, imagem ou vídeo gerados total ou parcialmente por IA em campanhas devem ser identificados
  • ›Identificação através de referência expressa no conteúdo ou sinal distintivo visível e claro
  • ›Altera 3 leis eleitorais: Presidência da República, Assembleia da República e Referendos
👍

A favor

  • 1O Brasil já aprovou regulação específica sobre IA em eleições em março de 2026, tornando-se referência mundial A Pública
  • 2A medida não proíbe IA — apenas exige transparência, preservando a liberdade de expressão e de criação
  • 3Deepfakes já foram usados em eleições noutros países para difamar candidatos e manipular eleitores Migalhas
👎

Contra

O que se passou até agora

Chegou à mesa

31 de março de 2026

Na comunicação social

Fontes citadas nos argumentos a favor e contra

A Pública

apublica.org

↗

Migalhas

migalhas.com.br

↗
›
Aplica-se tanto à propaganda (cartazes, publicidade) como à campanha propriamente dita
  • ›Entra em vigor no dia seguinte à publicação
  • 💥 E eu com isso?

    • ›Num país onde 70% dos adultos usam redes sociais, um vídeo deepfake de um candidato a dizer algo que nunca disse pode viralizar em horas e influenciar uma eleição.
    • ›A proposta não proíbe o uso de IA — apenas obriga a identificá-lo.
    • ›Para o eleitor, é a diferença entre ser enganado e saber que está a ver conteúdo gerado por máquina.
    • ›Para os partidos, é uma regra do jogo igual para todos.
    • 1A fiscalização é difícil — quem verifica milhões de conteúdos partilhados em redes sociais durante uma campanha?
    • 2A lei não prevê sanções específicas para o incumprimento, o que pode torná-la ineficaz
    • 3Conteúdos podem ser gerados no estrangeiro ou por entidades anónimas, escapando à jurisdição portuguesa Data Privacy Brasil

    Data Privacy Brasil

    dataprivacybr.org

    ↗

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