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Proposta n.º 798

PCP quer plano nacional de investimento em terminais rodoviários

Partido Comunista Português
PCP
·Paulo Raimundo·Paula Santos·Alfredo Maia
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O PCP recomenda ao Governo a adoção de um plano de desenvolvimento da mobilidade nacional que defenda empresas nacionais, um levantamento dos terminais rodoviários com enfoque na intermodalidade com a ferrovia e nas condições para passageiros, e a elaboração de um Plano Nacional de Investimento nos terminais, articulado com municípios e comunidades intermunicipais.

🍺 Qual é o problema?

  • ›O terminal de Sete Rios, em Lisboa, está no centro de um conflito entre a Rede Expressos e a multinacional Flixbus, que obteve em março de 2026 uma decisão judicial a garantir o seu acesso.
  • ›O IMT suspendeu novas licenças no terminal após suspeitas de que a Rede Expressos bloqueava a concorrência.
  • ›A AMT defende a separação entre gestores de terminais e operadores.
  • ›Muitos terminais rodoviários no país, especialmente no interior, carecem de investimento em conforto, segurança e intermodalidade.

📋 O que muda?

  • ›Plano de desenvolvimento da mobilidade nacional que promova o serviço público e inverta o abandono de territórios de baixa densidade
  • ›Defesa das empresas nacionais perante práticas de multinacionais como a Flixbus
  • ›Levantamento exaustivo dos terminais rodoviários: intermodalidade com a ferrovia e condições para passageiros
  • ›Plano Nacional de Investimento nos terminais rodoviários, articulado com municípios, áreas metropolitanas e CIM

💥 E eu com isso?

  • ›Para quem vive no interior e depende do autocarro para ir ao hospital ou à escola, o estado dos terminais e a qualidade do serviço são determinantes.
  • ›A liberalização do setor nos últimos 35 anos reduziu a oferta em zonas menos rentáveis, enquanto os apoios públicos ao setor ultrapassam mil milhões de euros.
  • ›O conflito Flixbus/Rede Expressos mostra como a gestão dos terminais condiciona a concorrência e, em última análise, os preços e a oferta disponível para os passageiros.
👍

A favor

  • 1A liberalização do transporte rodoviário levou ao abandono de linhas em territórios de baixa densidade, onde o autocarro é muitas vezes o único transporte disponível ECO
  • 2Muitos terminais rodoviários carecem de investimento em intermodalidade, conforto e segurança, especialmente no interior ECO
  • 3A AMT reconhece que a gestão de terminais por operadores incumbentes cria conflitos de interesse que prejudicam a concorrência ECO

O que se passou até agora

O presidente aceitou para discussão

10 de abril de 2026

Anunciaram-na no plenário

10 de abril de 2026

Apreciação parlamentar

10 de abril de 2026

Chegou à mesa

31 de março de 2026

Na comunicação social

Fontes citadas nos argumentos a favor e contra

ECO

eco.sapo.pt

↗
👎

Contra

  • 1A proposta do PCP defende explicitamente empresas nacionais contra multinacionais, o que pode violar regras europeias de concorrência e livre mercado Observador
  • 2A Flixbus trouxe preços mais baixos e mais opções para os passageiros nas rotas de longa distância — bloquear a concorrência prejudica o consumidor JN
  • 3O investimento público massivo em terminais pode não ser justificável se o setor está a funcionar com financiamento privado e subsídios existentes 24 Notícias

ECO

eco.sapo.pt

↗

ECO

eco.sapo.pt

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Observador

observador.pt

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JN

jn.pt

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24 Notícias

24noticias.sapo.pt

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