1360 propostas · XVII Legislatura · desde junho 2025
O Livre, PCP e BE pedem a alteração do decreto-lei que criou o lay-off simplificado para as zonas da tempestade Kristin, para que os trabalhadores recebam 100% do salário líquido em vez dos dois terços do salário bruto previstos nas regras gerais. Querem que o Estado cumpra o que o Governo anunciou publicamente a 2 de fevereiro.
O Parlamento está basicamente a dizer: "esta lei das criptomoedas e do imposto mínimo das multinacionais é tão urgente que vamos saltar o debate normal — votamos tudo de uma vez, em vez do processo de várias semanas."
O Parlamento está basicamente a dizer: "a lei que limita gastos do Estado e regula pagamentos a fornecedores precisa de ser alterada já — vamos saltar o debate longo e votar tudo de uma vez."
Basicamente, o Livre está a dizer ao Governo: "com a guerra no Irão a fazer disparar os preços, vamos devolver às famílias mais pobres o imposto (IVA) que pagaram em comida, energia e bens essenciais — direto para a conta bancária, sem candidaturas."
O LIVRE quer que as creches passem a fazer parte do sistema de ensino e sejam gratuitas — tal como já acontece com o pré-escolar a partir dos 3 anos. Basicamente, o Estado teria de criar uma rede pública de creches em todo o país.
O PS quer que os técnicos contratados pelo Instituto da Segurança Social com dinheiro do PRR fiquem nos quadros — porque o Estado investiu na formação deles e agora vai perdê-los quando os contratos acabarem.
O Bloco de Esquerda olha para os lucros recorde da banca e das energéticas e diz: "se a GALP ganha 1.154 milhões e a CGD 1.904 milhões, o mínimo é que os milionários paguem o Imposto Mínimo Global e que haja meios para ir atrás de quem foge."
A IL quer que quando morre uma criança ou um jovem, a família receba até 1.611€ para o funeral em vez dos míseros 269€ atuais — porque o Estado não pode acrescentar angústia financeira a quem já está a viver o pior momento da vida.
O PCP diz que milhares de crianças ficam sem vaga no pré-escolar público todos os anos — e quer obrigar o Estado a abrir 150 novas salas por ano durante 3 anos, começando em 2026/2027, até que todas as crianças a partir dos 3 anos tenham lugar garantido.
O PAN está a dizer: "a creche é gratuita no papel, mas há sítios a cobrar 5€/mês para os pais usarem a app que mostra como o miúdo dormiu — isto tem de acabar."
O PCP está a dizer: "metade das crianças até 3 anos não tem vaga em creche nenhuma, as privadas não chegam — o Estado tem de construir as suas próprias creches, como faz com as escolas."
O PAN diz que o cabaz alimentar nunca esteve tão caro (já vai em 255€) e quer que o Governo faça alguma coisa antes que a conta do supermercado se torne incomportável para as famílias.