1360 propostas · XVII Legislatura · desde junho 2025
O Bloco de Esquerda quer criar um pacote de emergência — chamam-lhe "Escudo Social" — para as famílias atingidas pela tempestade Kristin: apoio financeiro imediato até 1.342€ por adulto, lay-off a 100% do salário, congelamento de despejos e um suplemento de risco para quem andou a salvar vidas.
O PS está a dizer ao Governo: "vocês declararam calamidade só em 68 concelhos, mas o comboio de tempestades arrasou muitos mais — Alenquer, Azambuja, Arganil, Oliveira do Hospital e a Lezíria do Tejo ficaram de fora e também precisam de ajuda."
O Bloco de Esquerda quer garantir que a Brisa paga tudo — reparação, indemnizações, tudo — pelo colapso da A1 em Coimbra, sem meter a mão no bolso dos contribuintes. A empresa lucrou 326 milhões em 2024, não precisa de ajuda.
O PS pede ao Governo que lance campanhas regulares contra a violência no namoro, meta o tema na escola a sério e garanta apoio psicológico nas escolas que não têm psicólogo — porque 66% dos jovens que namoram já sofreram alguma forma de violência.
O PCP diz que leis contra violência doméstica já existem aos montes — o que falta é gente para as fazer cumprir. Quer que o Governo contrate pessoal para tribunais, reinserção social e acompanhamento de agressores, e apresente relatórios sobre o que está a falhar.
O Chega quer mudar o modelo do subsídio de mobilidade (o desconto nos voos entre o continente e as ilhas) para que o passageiro pague logo o preço final no ato da compra — máximo 79€ para a Madeira e 119€ para os Açores — em vez de pagar tudo e esperar pelo reembolso.
O LIVRE está a dizer: "o Pinhal de Leiria já levou com incêndios em 2017, o furacão Leslie em 2018, e agora a Kristin destruiu quase tudo o que restava — é preciso agir já, com gente no terreno, antes que a erosão e as pragas acabem o serviço."
A Assembleia dos Açores mandou um recado ao Parlamento nacional: "o subsídio de mobilidade aérea não pode depender de ter as contas em dia com o Fisco — isso é castigar quem mais precisa de viajar." Querem eliminar a exigência de não ter dívidas fiscais para receber o desconto nos voos.
O LIVRE quer que o Governo ponha mãos à obra a limpar as florestas arrasadas pelas tempestades no centro do país — árvores caídas, toneladas de lenha no chão — antes que o verão chegue e aquilo tudo se transforme numa fogueira gigante.
O LIVRE quer que o Governo obrigue as empresas que gerem as barragens a mostrar as cartas — quanto água guardam, quando descarregam e se estão a cumprir os mínimos ambientais — porque as cheias de 2026 mostraram que ninguém fiscaliza isto a sério.
Basicamente, a Madeira está a dizer ao Governo central: "voltaram a exigir que os açorianos e madeirenses não tenham dívidas fiscais para pagarem só 79 euros pelo voo a Lisboa — isto é discriminação, retirem essa regra."
A Iniciativa Liberal quer que se possas cancelar temporariamente a matrícula de um carro que não usas — e enquanto estiver parado na garagem, não pagas IUC. Até 5 anos sem pagar, desde que o carro não toque na estrada.